A nova geração da cozinha entra em cena
A gastronomia vive de talento, mas também de oportunidade. É nesse ponto que a S.Pellegrino Young Chef Academy volta ao centro da conversa ao anunciar a abertura das inscrições para sua sétima edição, a partir de 16 de fevereiro. Jovens chefs com menos de 30 anos, de qualquer parte do mundo, têm até 9 de junho de 2026 para apresentar um prato autoral que traduza técnica, identidade e visão de futuro.
Mais do que um concurso, trata se de uma plataforma que acompanha trajetórias. Ao longo dos anos, a Academia consolidou se como um radar internacional de novos nomes da alta cozinha, conectando jovens profissionais a chefs consagrados, mentores e jurados que ajudam a lapidar não apenas receitas, mas pensamento crítico e posicionamento gastronômico.
Nesta edição, um gesto simbólico e estratégico aproxima ainda mais o Brasil da competição. Pela primeira vez, todo o processo de inscrição poderá ser feito em português. A decisão reduz barreiras e amplia o alcance da iniciativa entre talentos que muitas vezes esbarravam no idioma como primeiro obstáculo. É um convite direto para que a nova geração brasileira apresente sua leitura de território, técnica e cultura ao mundo.
A estrutura da competição mantém o rigor. Organizada em 15 regiões, a fase inicial é conduzida pela ALMA, Escola Internacional de Artes Culinárias Italianas, que seleciona os candidatos para as finais regionais. Os vencedores avançam ao Grand Finale, onde apresentam seus pratos a um júri internacional formado por chefs de grande projeção. Em cada etapa, três critérios orientam a avaliação: habilidade técnica, criatividade e visão pessoal.

Há ainda prêmios paralelos que reconhecem responsabilidade social, conexão com herança culinária e a capacidade de expressar identidade própria no prato. Não se trata apenas de executar bem, mas de saber por que e para quem se cozinha.
A edição 2026 também reforça o compromisso da Academia com o desenvolvimento contínuo. O vencedor global da edição anterior, Ardy Ferguson, participará de três semanas de mentoria ao lado de dois nomes de peso da cena internacional: Julien Royer, fundador do Odette em Singapura, e Jeremy Chan, do Ikoyi em Londres. A proposta é aprofundar técnica, repertório e reflexão, criando um ciclo virtuoso que inspira novos candidatos.
Com mais de 120 anos de história, a S.Pellegrino mantém uma relação sólida com a alta gastronomia mundial e utiliza a Academia como extensão natural desse compromisso. No Brasil, a distribuição das marcas do grupo é realizada pela Minalba Brasil, ampliando a presença da casa italiana no mercado nacional.
Em um cenário em que a cozinha se reinventa a cada temporada, iniciativas como essa funcionam como ponte entre promessa e protagonismo. Para quem tem menos de 30 anos e carrega inquietação criativa, o palco está aberto.
@sanpellegrino
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