Peppino di Capri, cantor do sucesso italiano 'Champagne', morre aos 86 anos
g1.globo.com
Publicidade
Morre o cantor italiano Peppino di Capri, aos 86 anos
Morreu, neste sábado (11), aos 86 anos, o cantor italiano Peppino di Capri.
Existem artistas que se confundem com a memória de um país.
Morreu, neste sábado (11), aos 86 anos, o cantor italiano Peppino di Capri.
Existem artistas que se confundem com a memória de um país.
Na Itália, basta tocar os primeiros acordes de "Champagne" pra muita gente voltar no tempo.
A música atravessou gerações, sobreviveu às mudanças de gosto, às transformações da indústria fonográfica, e continuou presente onde a vida é celebrada. Foi essa voz que a Itália perdeu neste sábado. Peppino di Capri morreu aos 86 anos.
Ele nasceu Giuseppe Faiella, na Ilha de Capri. E transformou o lugar de onde veio em nome e identidade. Levou o sul da Itália para os palcos do mundo sem abandonar o sotaque, o piano e o jeito discreto de cantar.
Começou ainda menino.
A música atravessou gerações, sobreviveu às mudanças de gosto, às transformações da indústria fonográfica, e continuou presente onde a vida é celebrada. Foi essa voz que a Itália perdeu neste sábado. Peppino di Capri morreu aos 86 anos.
Ele nasceu Giuseppe Faiella, na Ilha de Capri. E transformou o lugar de onde veio em nome e identidade. Levou o sul da Itália para os palcos do mundo sem abandonar o sotaque, o piano e o jeito discreto de cantar.
Começou ainda menino.
Foi um dos primeiros a misturar o rock com a tradição melódica italiana. Com a banda Peppino di Capri e seus Rockers, chegou a abrir shows dos Beatles em turnê dos ingleses pela Itália em 1965. Depois vieram as baladas românticas. Pepino vendeu 35 milhões de discos.
Ao longo de mais de seis décadas de carreira, Peppino reinventou o próprio repertório e viu "Champagne" ganhar uma segunda vida. Tornou-se um clássico mundial que, como "Roberta", também chegou ao Brasil nos anos de 1970 e ficou na memória de muitas histórias de amor.
Ao longo de mais de seis décadas de carreira, Peppino reinventou o próprio repertório e viu "Champagne" ganhar uma segunda vida. Tornou-se um clássico mundial que, como "Roberta", também chegou ao Brasil nos anos de 1970 e ficou na memória de muitas histórias de amor.
Hoje, as homenagens celebram a vida e obra do cantor e compositor. Mas talvez expliquem, principalmente, por que algumas canções resistem ao tempo: porque acabam contando a história de quem as escuta. E foi exatamente isso que Peppino di Capri fez.





COMENTÁRIOS