Copa do Mundo 2026: 9 lugares incríveis para visitar entre os jogos nos EUA, México e Canadá

A Copa do Mundo de 2026 começa em 11 de junho e marcará a primeira edição realizada em três países: México, Estados Unidos e Canadá. Com jogos distribuídos em 16 cidades, o torneio já impulsiona o turismo internacional. Segundo levantamento da Decolar, a procura por viagens aos países-sede cresceu 101% em relação ao mesmo período de 2025 e 97% na comparação com 2024, considerando buscas para o período entre 11 de junho e 19 de julho de 2026.
Além das partidas, a competição também abre espaço para explorar atrações culturais, arquitetônicas e paisagísticas nas cidades anfitriãs. De museus e parques urbanos a castelos históricos e obras icônicas da arquitetura moderna, confira nove destinos para incluir no roteiro da Copa do Mundo de 2026:
1. Xochimilco (México)
A apenas 20km do centro da Cidade do México, Xochimilco é uma imersão na cultura mexicana e na história pré-colonial do país
Glow Images/GettyImages
Patrimônio Mundial da Unesco desde 1987, Xochimilco preserva os antigos canais construídos no período pré-hispânico. O passeio pelas tradicionais trajineras — embarcações coloridas típicas da região — reúne gastronomia local, música ao vivo e experiências culturais que mostram um lado mais tradicional da Cidade do México. Entre as atrações mais conhecidas está a Ilha das Bonecas.
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2. The Glass House (Estados Unidos)
A Glass House é legado do arquiteto Philip Johnson
Ramin Talaie/GettyImages
Localizada a cerca de 1h30 de Nova York, uma das cidades-sede da Copa, a Glass House é um dos principais ícones da arquitetura moderna. Projetada por Philip Johnson entre 1945 e 1948, a residência combina estrutura metálica e paredes de vidro do piso ao teto, criando integração entre os ambientes internos e a paisagem externa.
A casa reflete os princípios modernistas desenvolvidos por Johnson durante seus estudos em Harvard, sob influência do arquiteto Marcel Breuer. Atualmente, o espaço funciona como museu administrado pelo National Trust for Historic Preservation e recebe visitantes mediante agendamento.
3. Aga Khan Museum (Canadá)
O Aga Khan Museum destaca-se pela sua arquitetura assinada pelo arquiteto Fumihiko Maki
Nick Lachance/GettyImages
Situado em North York, distrito de Toronto, o Aga Khan Museum reúne obras de arte islâmica, iraniana e peças que exploram o diálogo entre culturas muçulmanas e outras tradições do mundo. Inaugurado em 2014, o museu abriga cerca de 1.200 itens, entre manuscritos, cerâmicas, pinturas e tecidos produzidos entre os séculos IX e XIX.
O edifício, projetado pelo arquiteto japonês Fumihiko Maki, vencedor do Prêmio Pritzker, destaca-se pelo uso da luz natural e pela releitura contemporânea de elementos da arquitetura islâmica.
4. Museu Jumex (México)
Com arquitetura do escritório David Chipperfield, o Museu Jumex tem acervo de arte contemporânea
Matt Mawson/GettyImages
Na Cidade do México, o Museu Jumex tornou-se referência em arte contemporânea na América Latina. O espaço chama atenção tanto pela programação cultural quanto pela arquitetura assinada pelo escritório David Chipperfield Architects. O edifício possui cobertura metálica e claraboias projetadas para distribuir a luz natural de forma uniforme nas galerias. Além do acervo permanente, o museu recebe exposições temporárias de artistas internacionais.
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5. The Getty Center (Estados Unidos)
O Getty Center oferece uma das vistas mais bonitas da cidade
Joseph Sohm/GettyImages
Em Los Angeles, o Getty Center reúne arte, arquitetura e paisagismo em um dos complexos culturais mais visitados da Califórnia. Projetado por Richard Meier, com jardins desenvolvidos pela Olin Partnership, o espaço abriga instituições ligadas ao legado do empresário J. Paul Getty.
O acervo inclui cerca de 50 mil obras, entre esculturas, pinturas, fotografias, desenhos e manuscritos ligados à tradição clássica ocidental. Um dos destaques é o Central Garden, instalação viva criada pelo artista Robert Irwin.
6. Casa Loma (Canadá)
A Casa Loma serviu como cenário para a saga X-Men
DebraLee Wiseberg/GettyImages
Construída em 1914, em Toronto, a Casa Loma é um castelo em estilo neorromântico que pertenceu ao financista Sir Henry Mill Pellatt. Transformada em museu, a propriedade preserva ambientes históricos, jardins e detalhes originais da época.
Com 98 quartos e 39 banheiros, o espaço também ficou conhecido por servir de cenário para produções cinematográficas, incluindo filmes da franquia X-Men, nos quais representou a escola do Professor Xavier.
7. Mariposario Chapultepec (México)
Para quem gosta da natureza, o mariposário de Chapultepec é uma ótima pedida para conhecer as borboletas
Simon McGill/GettyImages
Instalado dentro do Zoológico de Chapultepec, na Cidade do México, o Mariposario Chapultepec oferece uma experiência dedicada às borboletas-monarca, símbolo natural do país. O espaço reúne diferentes espécies em um jardim tropical que permite observar ciclos de reprodução e migração.
A visita pode ser combinada com atrações próximas, como o Castelo de Chapultepec e o Museu Nacional de Antropologia.
8. The High Line (Estados Unidos)
O Parque High Line foi projetado em colaboração com a James Corner Field Operations e Piet Oudolf
Alexander Spatari/GettyImages
Construído sobre uma antiga linha férrea elevada em Manhattan, o High Line tornou-se um dos projetos urbanos mais emblemáticos de Nova York. O parque suspenso percorre cerca de 2,4 quilômetros entre o Meatpacking District e Hudson Yards.
Desenvolvido pelo escritório James Corner Field Operations em parceria com o paisagista Piet Oudolf, o espaço combina áreas verdes, arte pública e espaços de convivência inspirados na vegetação que ocupou a estrutura ferroviária abandonada.
9. Absolute World Towers (Canadá)
O Absolute World Towers destaca-se pelas suas curvas
UCG/GettyImages
Localizado em Mississauga, próximo a Toronto, o complexo residencial Absolute World Towers é um dos marcos da arquitetura contemporânea canadense. As torres ficaram conhecidas pelas curvas esculturais que fazem os edifícios girarem até 209 graus da base ao topo.
Projetadas pelo escritório MAD Architects, as construções desafiam o desenho tradicional dos arranha-céus e ganharam fama internacional com o apelido de “Marilyn Monroe Towers”.




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