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Belo Horizonte,02/05/2026

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A pergunta que está mudando a medicina: em quais condições você quer chegar aos 80 anos?

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A pergunta que está mudando a medicina: em quais condições você quer chegar aos 80 anos?


"Estamos vivendo mais. Isso é indiscutível." A afirmação, já consolidada pela ciência, ganha outra dimensão quando acompanhada da pergunta que guia o trabalho do Dr. Carlos Eduardo Toloi: em quais condições você quer chegar aos 80 anos?
Com formação em gastroenterologia e uma trajetória que inclui atuação clínica e cirúrgica, muitas vezes dividindo o centro cirúrgico com o próprio pai, o Dr. Carlos Eduardo Toloi construiu sua carreira dentro do modelo tradicional da medicina. À frente do Instituto Toloi há 15 anos, localizado em São Joaquim da Barra (SP), foi a paternidade que redefiniu a direção do seu olhar: a partir do nascimento de suas duas filhas, o foco se amplia para um acompanhamento mais contínuo e clínico, orientado por uma pergunta pessoal que passa a guiar também seus pacientes, como viver mais, com autonomia e qualidade real, para acompanhar o crescimento dos netos e bisnetos.
Esse direcionamento se reflete diretamente no modelo de atuação da clínica. Com propostas de acompanhamento contínuo, personalização dos tratamentos e foco em mudança de hábitos, o Instituto Toloi se distancia da lógica tradicional de atendimentos pontuais e protocolos padronizados, consolidando um modelo considerado disruptivo dentro do setor.
A partir desse ponto, sua atuação passa a se organizar em torno da longevidade como prática cotidiana. O emagrecimento deixa de ser o objetivo final e passa a ser compreendido como parte de um processo mais amplo, sustentado por consciência, hábitos e constância, e não por soluções rápidas ou isoladas.
Mas é na pergunta que está o ponto de ruptura. Ao projetar o futuro, o paciente é levado a imaginar: aos 80 anos, você quer depender de um andador, ter dificuldade para se deslocar da sala até a cozinha ou precisar de ajuda para tarefas básicas? Ou quer estar "dançando até o chão" no casamento dos netos, como no vídeo recentemente viralizado nas redes (da avó da Dra. Muriel Lombardi), acompanhando a energia das novas gerações e vivendo com autonomia?
Nesse contexto, a construção da saúde deixa de ser episódica e passa a ser estratégica. Em um país que envelhece rapidamente, a discussão já não é apenas sobre quanto tempo vivemos, mas sobre como escolhemos viver esse tempo, todos os dias. E essa é uma escolha individual, que precisa começar agora.




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