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Belo Horizonte,10/04/2026

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Em Lisboa, apartamento une design monolítico e arquitetura vernacular portuguesa

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Em Lisboa, apartamento une design monolítico e arquitetura vernacular portuguesa
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Marcado por afrescos coloridos e azulejos originais, este apartamento de 227 m² em um edifício histórico do século 18, em Lisboa, foi renovado pelo designer de interiores Alex Ruas Wege, à frente do ARW Studio, a partir de uma premissa clara: deixar o ambiente mais leve sem abrir mão do contexto histórico que a construção de estilo pombalino carrega. Alex, que também é o proprietário, é colecionador de arte e viajante frequente, perfil que influenciou diretamente as escolhas para a morada.
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Alex Ruas Weege o sua mascote Zaha, diante da escultura "The sun at 7:15 am", de Ugo Rondinone
Gui Morelli
A residência, que funciona como sua casa principal na capital portuguesa, nasceu da junção de duas unidades autônomas. “Existiram adaptações para sairmos de dois apartamentos e chegarmos em um só”, explica Alex. Embora os azulejos e afrescos sejam originais, todos foram restaurados; o prédio havia passado por retrofit completo antes da aquisição do imóvel.
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Na sala de jantar, mesa Ellipse, design Frederico Peri para a Baxter, cadeiras Caratos, design Antonio Citterio para a Maxalto, e pendente Ophelia, do Morghen Studio acima, obra de Marina Perez Simão.
Gui Morelli
Escultura "Siège du monde", de Alicja Kwade
Gui Morelli
Escultura "Estadio sexual indiferenciado", de Teresa Solar
Gui Morelli
O estilo predominante é monolítico, com inspiração em um “design de linhas primitivas”, diz Alex – uma escolha que funciona como contraponto à ornamentação histórica do edifício. Um ponto de equilíbrio entre esses dois universos é o que o designer de interiores aponta como o principal desafio e conquista no apartamento: manter a convivência entre as escolhas de design e a arquitetura do prédio “sem ficar enjoativo”.
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No lounge, banco de Roberto Lazzeroni para a Ceccotti
Gui Morelli
Detalhe dos azulejos restaurados
Gui Morelli
O living concentra boa parte das peças de maior peso visual: sofás, poltrona, banco e mesa de centro da Henge; cadeiras, aparador, mesas laterais e luminária de piso da Baxter; tapete da Ferreira de Sá e pendente tubular do Morghen Studio. No jantar, cadeiras Maxalto e mesa Baxter se reúnem sob outro pendente do Morghen Studio, enquanto o aparador é sob medida.
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Na suíte, tela de Giulia Bianchi
Gui Morelli
A suíte máster incorpora escrivaninha e cadeira da Ceccotti Collezioni
Gui Morelli
uanto ao projeto luminotécnico, a intervenção foi cirúrgica: “Mantivemos a iluminação que foi entregue com o apartamento – focos e sancas iluminadas – e alteramos apenas pendentes e iluminação indireta.” A estratégia preserva a atmosfera original dos espaços e reforça a proposta central do projeto: um “mix entre o design com linhas mais monolíticas e a história que o edifício carrega”, arremata o autor.
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