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Belo Horizonte,10/04/2026

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Agenda cultural: as melhores exposições de arte, arquitetura e design para visitar em abril

casavogue.globo.com
Agenda cultural: as melhores exposições de arte, arquitetura e design para visitar em abril
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É tempo de renovar o olhar e o roteiro cultural: abril chega com uma programação imperdível de exposições de arte, arquitetura e design que valem uma visita. Entre os destaques do mês estão a 22ª edição da SP-Arte, que acontece no Parque Ibirapuera, a exposição Corpo-Território, que marca a inauguração do LAB MR no Edifício Itália, e a mostra Amazônia, de Sebastião Salgado, no recém-inaugurado Cais das Artes, em Vitória (ES). Confira:
22ª edição da SP-Arte, no Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera
Lounge da Casa Vogue, na SP-Arte 2025
Manuel Sá
A SP-Arte é a principal feira internacional de arte do Brasil e, em 2026, chega à sua 22ª edição, reafirmando sua relevância no cenário cultural. Realizada no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, a feira reúne galerias de arte moderna e contemporânea, além de espaços dedicados ao design, editoras e projetos especiais. Ao longo dos anos, consolidou-se como um importante ponto de encontro entre artistas, curadores, colecionadores e o público, contribuindo para a difusão da produção artística brasileira e sua inserção no circuito internacional.
22ª edição da SP-Arte
Local: Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Ibirapuera, São Paulo - SP
Data: 8 a 12 de abril
Horários: 8 de abril: convidados | 9 e 10 de abril: 12h às 20h | 11 de abril: 11h às 20h | 12 de abril: 12h às 19h
Entrada: R$ 120 (inteira) | R$ 60 (meia-entrada)
Para mais informações, acesse o site da SP-Arte.
Paulo Pedro Leal: trágico subúrbio e Alice Yura: um ato fotográfico, na Pinacoteca de São Paulo
Paulo Pedro Leal, A casa do capitão, 1950
Divulgação
A Pinacoteca de São Paulo apresenta Paulo Pedro Leal: trágico subúrbio, nas galerias expositivas do 2º andar do edifício Pina Luz. Com curadoria de Pollyana Quintella e Renato Menezes, a primeira mostra institucional do artista carioca reúne mais de 50 pinturas realizadas entre as décadas de 1950 e 1960, em conjunto de trabalhos que demonstram o interesse de Leal pelas contradições que estruturaram o processo de modernização do Rio de Janeiro. Paulo Pedro Leal (1900 – 1968) passou anos vendendo suas obras no Passeio Público, no centro do Rio de Janeiro. O artista se identificava como “pintor espiritual” e viveu às margens do circuito institucional da arte brasileira do século XX, até que em 1953 o marchand e galerista Jean Boghici passou a comercializar seus trabalhos. Sua produção artística inclui pintura histórica, paisagem, natureza-morta, cenas de macumba e a vida urbana no Rio de Janeiro, realizada a partir da observação do mundo ao redor e do contato com reproduções em livros e periódicos.
Paulo Pedro Leal: trágico subúrbio
Local: Pinacoteca de São Paulo
Endereço: Praça da Luz, 2 - Luz, São Paulo - SP
Data: 11 de abril a 8 de novembro
Horários: Quarta a segunda, das 10h às 18h
Entrada: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) | No segundo domingo do mês, a entrada é gratuita
Para mais informações, acesse o site da Pinacoteca de São Paulo.
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A Pinacoteca de São Paulo também inaugura Alice Yura: um ato fotográfico, na Galeria Praça do edifício Pina Contemporânea. Com curadoria de Thierry Freitas, a mostra reúne ensaios visuais recentes em diálogo com um robusto conjunto documental e material herdado da família da artista. Alice Yura (1990) nasceu em uma família de imigrantes japoneses que se estabeleceu no Brasil na década de 1950, e foi criada em um ambiente marcado pela produção de imagens. Seu avô, seu pai e seus tios atuaram como fotógrafos em sua cidade natal, no interior do Mato Grosso do Sul, experiência que atravessa e fundamenta sua prática artística. A artista aproxima a imagem dos campos da performance e da teatralidade, desdobrando sua pesquisa em torno da memória e da autobiografia.
Alice Yura: um ato fotográfico
Local: Pinacoteca de São Paulo
Endereço: Av. Tiradentes, 273 - Luz, São Paulo - SP
Data: 11 de abril a 13 de setembro
Horários: Quarta a segunda, das 10h às 18h
Entrada: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) | No segundo domingo do mês, a entrada é gratuita
Para mais informações, acesse o site da Pinacoteca de São Paulo.
Amazônia, no Cais das Artes
Exposição “Amazônia”, de Sebastião Salgado, no Cais das Artes
Cais das Artes/Divulgação
A exposição Amazônia, do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, marca a inauguração do Cais das Artes, em Vitória (ES). Após passar por mais de 20 cidades ao redor do mundo, além de capitais como Rio de Janeiro, São Paulo e Belém, a mostra chega ao novo espaço cultural capixaba como parte da abertura do museu, primeira etapa do complexo concebido por Paulo Mendes da Rocha em coautoria com o Metro Arquitetos.
Amazônia
Local: Cais das Artes
Endereço: Enseada do Suá, Vitória - ES
Data: A partir de 2 de abril
Horários: Quinta a domingo, das 10h às 18h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o Instagram do Cais das Artes.
Corpo-Território, no Edifício Itália
Escultura de Tamikuã Txihi
Divulgação
No dia 28 de março, um dos edifícios emblemáticos do centro de São Paulo passa a abrigar um novo espaço dedicado ao encontro entre arte, arquitetura e design. O LAB MR inaugura seu espaço permanente no Edifício Itália com a exposição Corpo-Território, com curadoria de Ana Carolina Ralston e trabalhos de Tamikuã Txihi, Rodrigo Silveira, Gustavo Utrabo, Hugo Fortes e Henrique Sur. Criado por Melina Romano como um campo de investigação entre diferentes práticas criativas, o LAB MR inicia ali uma nova etapa de suas atividades. A abertura coincide com o início da programação curatorial do projeto para 2026, que propõe observar como práticas contemporâneas de criação se relacionam com paisagem, cultura material e modos de habitar.
Corpo-Território
Local: LAB MR - Edifício Itália
Endereço: Av. Ipiranga, 344, conj. 311C – 31º andar, São Paulo - SP
Data: 28 de março a 23 de maio
Horários: Terça a sábado, das 11h às 17h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o Instagram do LAB MR.
Tereza Costa Rêgo - Sem concessões, na CAIXA Cultural Recife
Tereza Costa Rêgo, Menina com maçã, 2015
Divulgação
A CAIXA Cultural Recife será tingida pelo vermelho profundo e definitivo da obra da artista pernambucana Tereza Costa Rêgo. A exposição Tereza Costa Rêgo - Sem Concessões, com curadoria de Denise Mattar, celebra o imaginário erótico, político, feminino e fértil da artista, considerada uma mais importantes representantes da arte figurativa brasileira. A estreia nacional da exposição reúne uma seleção de mais de 30 obras que permeiam as fases mais significativas da longa e profícua vida artística da pintora, oferecendo um panorama pautado pela perspectiva do processo de libertação e maturação de uma narrativa artística feminina.
Tereza Costa Rêgo - Sem concessões
Local: CAIXA Cultural Recife
Endereço: Av. Alfredo Lisboa, 505 - Recife, PE
Data: 25 de março a 21 de junho
Horários: Terça a sábado, das 10h às 20h | Domingos e feriados, das 10h às 18h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da CAIXA Cultural Recife.
Amostradas, na CAIXA Cultural Belém
A CAIXA Cultural Belém recebe a exposição Amostradas, projeto inédito realizado em parceria com o canal Arte1. Com caráter multiplataforma, a mostra integra artes visuais, audiovisual e televisão, além de se desdobrar em uma série de documentários e em vinhetas audiovisuais desenvolvidas especialmente para a programação, ampliando o alcance do conteúdo cultural. A exposição reúne obras de seis artistas das regiões Norte e Nordeste: Dacordobarro, Gê Viana, Labô Young, Moara Tupinambá, Roberta Carvalho e Silvana Mendes. Juntos, eles formam um grupo diverso e potente que tem protagonizado reflexões sobre memórias e construção de identidades no Brasil e atuado na elaboração de novas possibilidades de histórias e na recuperação de narrativas apagadas.
Amostradas
Local: CAIXA Cultural Belém
Endereço: Av. Mal. Hermes, S/N - Armazém 6A - Reduto, Belém - PA
Data: 24 de março a 28 de junho
Horários: Terça a domingo, das 10h às 21h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da CAIXA Cultural Belém.
Marlene Barros: Tecitura do Feminino, no CCBB Belo Horizonte
Obra de Marlene Barros
Bruno Leão
O Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte recebe a exposição Marlene Barros: tecitura do feminino, uma iniciativa que transforma o gesto de costurar em ato político e poético. A mostra reúne 13 obras em escultura, crochê e bordado da artista maranhense Marlene Barros, que propõe uma reflexão contundente sobre o corpo feminino, a desvalorização histórica das mulheres e a invisibilização de seus fazeres no campo da arte.
Marlene Barros: Tecitura do Feminino
Local: CCBB Belo Horizonte
Endereço: Praça da Liberdade, 450 - Funcionários, Belo Horizonte - MG
Data: 4 de março a 1 de junho
Horários: Quarta a segunda, das 10h às 22h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site do CCBB Belo Horizonte.
Que seja casa, o amor ainda que amar desabrigue e Rapsódias Amazônicas, no MACS
Eduardo Berliner, Espelho, 2026
Divulgação
O Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba promove a exposição coletiva Que seja casa, o amor. ainda que amar desabrigue, com curadoria de Ana Carolina Ralston. A mostra reúne mais de 50 obras, de 33 artistas, entre produções que fazem parte do acervo do museu e outras de artistas convidados, articulando diferentes gerações e procedimentos em torno de uma questão central: como pensar o amor como forma de habitar.
Que seja casa, o amor ainda que amar desabrigue
Local: Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba – MACS
Endereço: Av. Dr. Afonso Vergueiro, 280 - Centro, Sorocaba - SP
Data: 15 de março a 15 de maio
Horários: Terça a sexta, 10h às 17h | Sábados, domingos e feriados, 10h às 15h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site do MACS.
José Roberto Aguilar, Cogumelos 1, 2021
Divulgação
O Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba também apresenta a exposição Rapsódias Amazônicas, individual de José Roberto Aguilar com curadoria de Fabio Magalhães. A mostra reúne cerca de 30 pinturas, entre elas sete telas de grandes dimensões, além da instalação Guardiões das águas. Desde 2004, Aguilar divide seu tempo entre São Paulo e Alter do Chão, no Pará, onde mantém residência e ateliê. A convivência com a floresta amazônica e com comunidades ribeirinhas atravessa o conjunto apresentado no MACS. A exposição marca o encontro de dois trajetos que atravessam mais de seis décadas de atuação no campo da arte brasileira, articulando produção artística e reflexão crítica em torno de uma obra que se mantém em movimento.
Rapsódias Amazônicas
Local: Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba – MACS
Endereço: Av. Dr. Afonso Vergueiro, 280 - Centro, Sorocaba - SP
Data: 15 de março a 04 de julho
Horários: Terça a sexta, 10h às 17h | Sábados, domingos e feriados, 10h às 15h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site do MACS.
Constelações – 40 anos do Paço Imperial e O que sustenta, no Paço Imperial
Obra de Adelina Gomes
Mauro Domingues/Cortesia Museu de Imagens do Inconsciente
O Paço Imperial organiza a grande exposição Constelações – 40 anos do Paço Imperial, que celebra as quatro décadas do mais antigo centro cultural da região central do Rio de Janeiro. Com curadoria de Claudia Saldanha e Ivair Reinaldim, em parceria com a equipe da instituição, a mostra ocupará 12 salões e os dois pátios internos com cerca de 160 obras de mais de 100 artistas, de diferentes gerações, que fazem parte da história do centro cultural, como Adriana Varejão, Amilcar de Castro, Anna Bella Geiger, Anna Maria Maiolino, Antonio Dias, Antonio Manuel, Arthur Bispo do Rosário, Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Denilson Baniwa, Hélio Oiticica, Iole de Freitas, Ivens Machado, Luiz Aquila, Luiz Zerbini, Lygia Clark, Lygia Pape, Marcela Cantuária, Maxwell Alexandre, Roberto Burle Marx, Tunga, entre muitos outros. Completam a mostra uma série de vídeos feitos pela Rio Arte com alguns artistas nas décadas de 1980 e 1990.
Constelações – 40 anos do Paço Imperial
Local: Paço Imperial
Endereço: Praça Quinze de Novembro, 48 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Data: 28 de março a 7 de junho
Horários: Terça a domingo e feriados, das 12h às 18h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site do Paço Imperial.
Marcelo Silveira, Varas, 2020/2023
Divulgação
O Paço Imperial também organiza a exposição O que sustenta, com obras inéditas do artista pernambucano Marcelo Silveira (1962), feitas especialmente para o local. A mostra abrangerá os trabalhos V.A.R.A.S. (2021/2025), um conjunto com 50 madeiras recolhidas e trabalhadas pelo artista, que ficarão suspensas, flutuando ao sabor do vento que irá circular no espaço expositivo. No chão, estarão os Novelos (2023/2025), 300 peças formadas por fibras de linho encontradas por Marcelo Silveira em um depósito em ruína da extinta fábrica Braspérola, de produção de tecidos em linho, em Camaragibe, Pernambuco.
O que sustenta
Local: Paço Imperial
Endereço: Praça Quinze de Novembro, 48 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Data: 28 de março a 7 de junho
Horários: Terça a domingo e feriados, das 12h às 18h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site do Paço Imperial.
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Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas e Park Chae Biole & Dalle: alargar o tempo, tecer a vida, na Galatea São Paulo
Paulo Roberto Leal, Módulo Nº 18, 1971
Ding Musa
O legado de Paulo Roberto Leal é tema de exposição na Galatea, em São Paulo. Com abertura em 28 de março, Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas, reúne cerca de 45 obras produzidas nas décadas de 1970 e 1980, algumas delas apresentadas na Bienal de Veneza. Com texto crítico de Mayara Carvalho, o recorte curatorial evidencia a singularidade de sua produção no construtivismo brasileiro e percorre momentos-chave de sua pesquisa, reunindo pinturas, trabalhos em papel, peças em acrílico e telas costuradas.
Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas
Local: Galatea São Paulo
Endereço: R. Padre João Manuel, 808 - Térreo, São Paulo - SP
Data: 28 de março a 9 de maio
Horários: Segunda à quinta, das 10h às 19h | Sexta, das 10h às 18h | Sábado, das 11h às 17h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da Galatea.
Park Chae Dalle & Park Chae Biole, Bojagi 4, 2025
Ding Musa
A Galatea São Paulo também exibe a exposição Park Chae Biole & Dalle: alargar o tempo, tecer a vida, primeiro intercâmbio artístico realizado pela galeria. A mostra reúne diversas práticas como pinturas, trabalhos têxteis e instalações das artistas franco-coreanas, produzidas individualmente e em colaboração, que investigam processos manuais, experimentação de materiais e a relação entre tempo, gesto e construção da imagem.
Park Chae Biole & Dalle: alargar o tempo
Local: Galatea São Paulo
Endereço: R. Padre João Manuel, 808 - Térreo, São Paulo - SP
Data: 24 de março a 9 de maio
Horários: Segunda à quinta, das 10h às 19h | Sexta, das 10h às 18h | Sábado, das 11h às 17h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da Galatea.
A Força do Diálogo: Nuno Ramos e Marcos Amaro, no Museu FAMA
Obra “Palavra Salobra”, de Nuno Ramos
Divulgação
Da contemporaneidade que abriga a criatividade e maestria de Nuno Ramos em consonância com o interesse em produzir obras que ressignificam materiais de Marcos Amaro, nasce a mostra A Força do Diálogo: Nuno Ramos e Marcos Amaro, a partir de 14 de março, no Museu FAMA, em Itu, São Paulo. Donos de uma estética ousada e estilos inconfundíveis, os artistas dialogam nessa mostra com obras que permeiam suas histórias, reveladas na Sala Almeida Jr., no Setor 5.
A Força do Diálogo: Nuno Ramos e Marcos Amaro
Local: Museu FAMA
Endereço: R. Padre Bartolomeu Tadei, 09 - Alto, Itu - SP
Data: 14 de março de 2026 a 1 de novembro de 2027
Horários: Quartas, e de sexta a domingo, das 11h às 17h
Entrada: R$25,00 | Crianças até 10 anos e pessoas acima de 60 anos a entrada é gratuita
Para mais informações, acesse o site do Museu FAMA.
Corpo de Vento, na Simões de Assis
Thalita Hamaoui, Corpo de Vento, 2026
Estúdio em Obra
A Simões de Assis, em São Paulo, organiza a exposição Corpo de Vento, individual da artista Thalita Hamaoui, com texto crítico assinado pela socióloga, professora e pesquisadora brasileira Ana Paula Cavalcanti Simioni. A mostra apresenta onze pinturas inéditas, realizadas em tinta a óleo e pastel oleoso sobre tela e linho, em dimensões variadas. Entre os destaques estão Corpo de Vento (2026), pintura de grande formato que se estende por mais de cinco metros; e Acontecimento Memorável (2026).
Corpo de Vento
Local: Simões de Assis
Endereço: Alameda Lorena, 2050 A - Jardins, São Paulo - SP
Data: 19 de março a 9 de maio
Horários: Segunda a sexta, das 10h às 19h | Sábado, das 10h às 15h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da Simões de Assis.
O útero também é um punho, na Apexart
Leíner Hoki, Ambas Madres, 2025
Divulgação
A exposição inédita O útero também é um punho ganha espaço na Apexart, instituição educativa e cultural localizada em Nova York. O projeto foi o único brasileiro contemplado entre 658 inscritos de todo o mundo, que passaram por uma criteriosa seleção da instituição, que tem mais de 30 anos de tradição. Com curadoria de Talita Trizoli e Renata Freitas, a mostra terá cerca de 30 obras de dez artistas brasileiras e de uma argentina radicada no Brasil, feitas em diferentes suportes, como pintura, desenho, escultura, instalação, vídeo e performance, que discutem os direitos reprodutivos das mulheres. Paralelamente à exposição, serão realizadas diversas atividades, como performances, visita guiada, roda de conversa e oficina artística.
O útero também é um punho
Local: Apexart
Endereço: 291 Church St, New York, NY 10013, Estados Unidos
Data: 27 de março a 23 de maio
Horários: Terça a sábado, das 11h às 18h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da Apexart.
UM TETO, no MAC Niterói
Esculturas da série Calcinhas, de Marina Quintanilha
Cortesia Marina Quintanilha
O MAC Niterói se transforma em uma casa imaginária na exposição UM TETO, que inaugura em 28 de março. A mostra apresenta obras de Ayla de Oliveira, Carla Duncan, Dayane Tropicaos, Elisa Arruda, Iahra, Maria Lynch, Marina Quintanilha e Marlene Stamm para abordar temas como trabalho doméstico não remunerado, cuidado, invisibilização, desigualdades raciais e sociais e a produção artística contemporânea. Com curadoria de Luiza Testa, a exposição parte do ensaio Um teto todo seu (1929), de Virginia Woolf, para discutir as condições materiais e simbólicas de criação das mulheres artistas.
UM TETO
Local: MAC Niterói
Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº - Boa Viagem, Niterói - RJ
Data: 28 de março a 7 de junho
Horários: Terça a domingo, das 10h às 18h
Entrada: R$ 20 (inteira) e R$10 (meia) | Às quartas, a entrada é gratuita
Para mais informações, acesse o Instagram do MAC Niterói.
Um rio em mim, na Nara Roesler Rio de Janeiro
Obra de Manoela Medeiros
Rafael Salim
A Nara Roesler Rio de Janeiro promove a exposição Um rio em mim, com trabalhos inéditos, criados para o evento, pela artista Manoela Medeiros, conhecida por seu processo de escavação na pintura. Vivendo desde 2012 durante longos períodos na França onde tem consolidado sua carreira junto a outros jovens artistas, Manoela Medeiros mora no Rio de Janeiro, onde também tem seu ateliê. Sua relação com a França teve início em Paris, para onde foi cursar a École des Beaux Arts, tendo retornado repetidas vezes à capital francesa para participar de residências artísticas, como a da Cité des Arts, em 2019. Desde 2021 fica também baseada em Marselha, quando foi selecionada para uma bolsa oferecida pela prefeitura da cidade. No ano passado, fez uma individual na Palo Gallery, em Nova York, que ganhou elogiosa crítica na prestigiosa revista Artforum.
Um rio em mim
Local: Nara Roesler Rio de Janeiro
Endereço: R. Redentor, 241 - Ipanema, Rio de Janeiro - RJ
Data: 26 de março a 9 de maio
Horários: Segunda a sexta, das 10h às 18h | Sábado, das 11h às 15h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da Nara Roesler.
José Carlos Vilar – Mestre Escultor, na Herança Cultural
Exposição “José Carlos Vilar – Mestre Escultor”, na Herança Cultural
Divulgação
A Herança Cultural recebe a exposição José Carlos Vilar – Mestre Escultor, com curadoria de Agnaldo Farias, reunindo mais de 20 esculturas, muitas delas inéditas. A mostra apresenta ao público paulistano a produção de José Carlos Vilar, escultor capixaba reconhecido por sua dedicação ao ferro forjado e por sua atuação como professor no Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo, onde formou gerações de artistas. Cultuado sobretudo entre escultores que passaram por suas aulas, Vilar construiu uma trajetória marcada pelo rigor técnico e pela relação direta com a matéria. Seu trabalho parte do confronto físico com o ferro, como o próprio artista descreve: “O caminho é o diálogo com o material. Na juventude, queria fazer com o ferro o que quisesse. Aprendi, depois, o caminho do diálogo. Se você for com violência, ele te responde com violência”, afirma.
José Carlos Vilar – Mestre Escultor
Local: Herança Cultural
Endereço: Rua do Curtume, 274 - Lapa de Baixo, São Paulo - SP
Data: 28 de março a 28 de maio
Horários: Segunda a sexta, das 10h às 18h | Sábado, das 10h às 14h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da Herança Cultural.
Fundamentals, na Casiere
Exposição “Fundamentals”, na Casiere
Cristiano Bauce
Não há um modelo único ideal de mobiliário ou design, já que os objetos do cotidiano são moldados por fatores diversos — sociais, políticos, históricos e visuais — que influenciam suas formas e usos ao longo do tempo. Partindo dessa ideia, a Casiere inaugura a mostra Fundamentals, transformando seu espaço em galeria e propondo uma reflexão sobre os elementos essenciais do design. Com curadoria colaborativa entre dez escritórios de arquitetura, a exposição reúne diferentes perspectivas em uma seleção de peças que exploram linguagens, escalas e temporalidades, revisitando os fundamentos que estruturam o design contemporâneo.
Fundamentals
Local: Casiere
Endereço: R. Silva Jardim, 299 - Auxiliadora, Porto Alegre - RS
Data: 27 de março a 10 de abril
Horários: Segunda a sexta, das 10h às 10h | Sábados, das 10h às 16h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da Casiere.
Ruy Ohtake – Percursos do habitar, na Casa-ateliê Tomie Ohtake
Residência Tomie Ohtake
Cristiano Mascaro
O Instituto Tomie Ohtake apresenta Ruy Ohtake – Percursos do habitar, exposição que inaugura a nova fase da Casa-ateliê Tomie Ohtake, antiga residência da artista, no Campo Belo, em São Paulo. Com curadoria de Catalina Bergues e Sabrina Fontenele, a mostra reúne seis projetos residenciais do arquiteto Ruy Ohtake, realizados entre as décadas de 1960 e 2010, explorando a casa como espaço central de sociabilidade, memória e construção da vida cotidiana. A exposição apresenta cinco residências unifamiliares projetadas por Ruy Ohtake entre as décadas de 1960 e 2000 – a Casa-ateliê Tomie Ohtake (1966), a Residência Chiyo Hama (1967), a Residência Nadir Zacarias (1970), a Residência Domingos Brás (1989) e a Residência Zuleika Halpern (2004) – além do Condomínio Residencial Heliópolis (2008/2009), conhecido como "Redondinhos".
Ruy Ohtake – Percursos do habitar
Local: Casa-ateliê Tomie Ohtake
Endereço: R. Antônio de Macedo Soares, 1800 - Campo Belo, São Paulo - SP
Data: 7 de março a 31 de maio
Horários: Quinta a domingo, das 10h às 17h
Entrada: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
Para mais informações, acesse o site do Instituto Tomie Ohtake.
Et Cetera, no Instituto Tomie Ohtake
The Elisa Building, assinado por Isay Weinfeld, em nova York
Bob Wolfenson
Alguns dos edifícios mais emblemáticos de São Paulo e de grandes metrópoles ao redor do mundo levam a assinatura de Isay Weinfeld, embora seu estilo desafie classificações rígidas. Ao longo de cinco décadas, o arquiteto construiu uma trajetória que ultrapassa a arquitetura e transita com fluidez pelo design, pelas artes visuais e pelo cinema. Essa produção multifacetada será apresentada na mostra Et Cetera, a mais abrangente já dedicada à sua carreira, em cartaz no Instituto Tomie Ohtake. Com curadoria de Agnaldo Farias, identidade gráfica de Giovanni Bianco e fotos de Bob Wolfenson, a exposição propõe não uma retrospectiva tradicional, mas a revelação de um modo de pensar e criar.
Et Cetera
Local: Instituto Tomie Ohtake
Endereço: Rua Coropé, 88 - Pinheiros, São Paulo - SP
Data: 5 de março e 17 de maio
Horários: Terça a domingo, das 11h às 19h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site do Instituto Tomie Ohtake.
Sandra Gamarra Heshiki: réplica, La Chola Poblete: Pop andino e Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo, no MASP
Sandra Gamarra, Doble, 2023
Acervo MASP
O MASP apresenta a primeira exposição panorâmica de Sandra Gamarra Heshiki (Lima, Peru, 1972). A mostra Sandra Gamarra Heshiki: réplica reúne mais de 70 obras, entre pinturas, esculturas, instalações e vídeo, propondo uma retrospectiva dos últimos 25 anos de uma produção que ressignifica obras de arte e objetos para contestar o sistema artístico e a herança colonial que permeia os museus. A curadoria é de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP; Florencia Portocarrero, curadora independente; Guilherme Giufrida, curador assistente, MASP; e Sharon Lerner, diretora artística do MALI — Museo de Arte de Lima, instituição parceira na organização e que exibirá a mostra, em versão adaptada, após sua apresentação no MASP.
Sandra Gamarra Heshiki: réplica
Local: MASP
Endereço: Av. Paulista, 1578 - Bela Vista, São Paulo - SP
Data: 6 de março a 7 de junho
Horários: Terça, das 10h às 20h | Quarta e quinta, das 10h às 18h | Sexta, das 10h às 21h | Sábado e domingo, das 10h às 18h
Entrada: R$ 85 (inteira) e R$ 42 (meia-entrada) | Às terças, a entrada é gratuita | Agendamentos obrigatório pelo link
Para mais informações, acesse o site do MASP.
La Chola Poblete, Il Martirio di Chola, 2014
Divulgação
O MASP também recebe La Chola Poblete: Pop andino, primeira exposição individual da artista La Chola Poblete (Guaymallén, Argentina, 1989) no Brasil. A mostra reúne trabalhos que partem da arte pop e a ressignificam em um contexto latino-americano, articulando discussões sobre gênero, sexualidade, identidades cholas e os efeitos do colonialismo. Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP, e Leandro Muniz, curador assistente, MASP, a exposição “reflete sobre os legados coloniais na América Latina, partindo da biografia da artista para discutir as presenças indígenas, populares e híbridas na Argentina”, como afirma Muniz.
La Chola Poblete: Pop andino
Local: MASP
Endereço: Av. Paulista, 1578 - Bela Vista, São Paulo - SP
Data: 6 de março a 2 de agosto
Horários: Terça, das 10h às 20h | Quarta e quinta, das 10h às 18h | Sexta, das 10h às 21h | Sábado e domingo, das 10h às 18h
Entrada: R$ 85 (inteira) e R$ 42 (meia-entrada) | Às terças, a entrada é gratuita | Agendamentos obrigatório pelo link
Para mais informações, acesse o site do MASP.
Claudia Alarcón & Silät, Oyhil ta iwo lhipa — Nuestros tejidos unidos [Nossos tecidos unidos], 2025. Drat Collection, Singapura
Divulgação
O MASP também exibe Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo. A mostra reúne 25 trabalhos que contemplam a produção artística de Claudia Alarcón (La Puntana, Argentina, 1989) & Silät, coletivo formado por mais de cem tecedeiras do povo Wichí. Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP, e Laura Cosendey, curadora assistente, MASP, a exposição marca a estreia da artista e do grupo em um museu brasileiro.
Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo
Local: MASP
Endereço: Av. Paulista, 1578 - Bela Vista, São Paulo - SP
Data: 6 de março a 2 de agosto
Horários: Terça, das 10h às 20h | Quarta e quinta, das 10h às 18h | Sexta, das 10h às 21h | Sábado e domingo, das 10h às 18h
Entrada: R$ 85 (inteira) e R$ 42 (meia-entrada) | Às terças, a entrada é gratuita | Agendamentos obrigatório pelo link
Para mais informações, acesse o site do MASP.
O horror, o humor e o absurdo, Badauê e Calendário, na Casa de Cultura do Parque
Flávia Metzler, Mar do Seio, 2020
Jaime Acioli
A coletiva O horror, o humor e o absurdo, em cartaz na Galeria da Casa de Cultura do Parque, reúne Darks Miranda, Flávia Metzler, Ivan Cardoso e Yuli Yamagata sob curadoria de José Augusto Ribeiro. Entre filmes, pinturas e esculturas, a mostra propõe experiências de saturação visual e contrassenso, nas quais a irregularidade, o desvio e a monstruosidade operam como estratégias críticas. Ao tensionar horror e comicidade, as obras desafiam a ideia de uma realidade estável e incontestável, acionando o absurdo como ferramenta de fabulação e questionamento do presente.
O horror, o humor e o absurdo
Local: Casa de Cultura do Parque
Endereço: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 1300 - Alto de Pinheiros, São Paulo - SP
Data: 28 de março a 28 de junho
Horários: Quarta a domingo, das 11h às 18h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da Casa de Cultura do Parque.
Andrea Brazil, Sem título (série Ornamentos), 2025, Têmpera ovo sobre algodão
Sérgio Mugnaini
Em Badauê, apresentada no Gabinete, Andrea Brazil investiga a geometrização e a reconfiguração visual da arquitetura vernacular. A partir de fachadas, grades e elementos urbanos observados em sua vivência entre Salvador e a Ilha de Itaparica, no Recôncavo Baiano, a artista reorganiza linhas, cores e vazios em composições que condensam história, clima, técnica e desejo estético. Com texto de Ana Avelar, a exposição evidencia a potência construtiva de intervenções anônimas e populares, transformando repertórios cotidianos em linguagem plástica.
Badauê
Local: Casa de Cultura do Parque
Endereço: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 1300 - Alto de Pinheiros, São Paulo - SP
Data: 28 de março a 28 de junho
Horários: Quarta a domingo, das 11h às 18h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da Casa de Cultura do Parque.
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Felipe Rezende, Calendário (registro de processo), 2026
Cortesia do artista
No Projeto 280x1020, Calendário, individual de Felipe Rezende com texto crítico de Guilherme Teixeira, desloca técnicas como o patchwork — tradicionalmente usadas no reparo de lonas de caminhão marcadas pela sujeira e pela poluição das estradas — para a escala de um outdoor de seis metros. Ao transpor esse procedimento para o espaço expositivo, o artista constrói um imaginário sobre o universo do trabalho e propõe uma reflexão sobre a representação da realidade operária, entre documento e ficção.
Calendário
Local: Casa de Cultura do Parque
Endereço: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 1300 - Alto de Pinheiros, São Paulo - SP
Data: 28 de março a 28 de junho
Horários: Quarta a domingo, das 11h às 18h
Entrada: Gratuita
Para mais informações, acesse o site da Casa de Cultura do Parque.




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