Influenciadora que ficou milionária antes dos 20 agora quer transformar influência em participação acionária

A ex-ginasta e influenciadora norte-americana Olivia Dunne, de 23 anos, já foi o rosto de inúmeras marcas. Nesta fase da carreira, porém, ela diz ter adotado uma nova mentalidade.
Embora tenha alcançado alto nível de sucesso, ela diz saber que essa não é a realidade da maioria dos estudantes-atletas — especialmente das mulheres. Para mudar esse cenário, Dunne atua por meio do Livvy Fund, iniciativa criada para ajudar atletas da Louisiana State University (LSU) a firmar contratos de uso de imagem e semelhança (NIL, na sigla em inglês) e reduzir desigualdades.
A influenciadora afirma priorizar parcerias com empresas nas quais realmente acredita — filosofia evidenciada na colaboração com a marca de bebidas energéticas Accelerator Active Energy, a primeira a contribuir com a iniciativa e que ela iniciou uma participação acionária.
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“É muito importante que as atletas aproveitem ao máximo as oportunidades durante a faculdade, porque, depois disso, há poucas possibilidades de carreira profissional”, afirma. “Por isso, ter uma marca como a Accelerator apoiando o Livvy Fund é tão significativo". As informações são da Entrepreneur.
Trajetória nas redes sociais
Dunne começou a publicar nas redes sociais por volta dos 10 anos, registrando sua trajetória na ginástica. Durante a pandemia, sua audiência, que já estava em crescimento, saltou de centenas de milhares para milhões de seguidores. Aos 19 anos, impulsionada por mudanças nas regras de uso de imagem, sua renda já alcançava sete dígitos.
Apesar de plataformas como Instagram e TikTok abrirem portas antes inimagináveis, a exposição também trouxe desafios. Segundo Dunne, a experiência como ginasta ajudou a lidar com críticas.
“A ginástica é um esporte cheio de julgamentos”, diz. “As redes sociais também são julgadoras. Às vezes, isso está fora do nosso controle.”
Em vez de reagir a comentários negativos, ela afirma preferir tratar situações virais com leveza e, quando possível, aderir ao tom bem-humorado.
“As redes sociais devem ser divertidas”, afirma. “Não são notícias — não precisam ser levadas a sério o tempo todo. Tento não levar tudo tão a sério.” Dunne acrescenta que o entusiasmo com a própria carreira contribui para essa abordagem.
“Gosto de produzir conteúdo, interagir com os fãs e me conectar com pessoas que realmente apreciam a marca”, diz. “Não parece trabalho quando você ama o que faz.”
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