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Belo Horizonte,16/09/2026

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E-commerce da Diadora Brasil melhora 43% na interatividade após migração de plataforma

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E-commerce da Diadora Brasil melhora 43% na interatividade após migração de plataforma
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A Diadora Brasil registrou uma melhora de 43% na interatividade de seu e-commerce após migrar para a nova tecnologia da VTEX, o FastStore. O carregamento da página inicial também ficou 23% mais rápido, enquanto o tempo de resposta do servidor caiu 28%, segundo dados do Chrome UX Report (CrUX), do Google, que reúne a experiência de usuários reais.
O movimento acontece em meio à busca do varejo por operações digitais capazes de reduzir atritos na jornada de compra sem abrir mão da identidade da marca. No caso da Diadora, a migração de tecnologia, conduzida pela TEC4U, envolveu a adoção do FastStore dentro do ecossistema VTEX e a reconstrução da experiência digital brasileira a partir da linguagem global da marca italiana.
O principal avanço foi registrado no INP (Interaction to Next Paint), indicador que mede a capacidade de resposta de uma página às interações. O índice caiu de 313 para 179 milissegundos entre o período imediatamente anterior ao go-live, realizado em 17 de agosto, e a janela mais recente disponível, encerrada em 29 de agosto.
No mesmo intervalo, o LCP (Largest Contentful Paint), que mede o tempo necessário para o carregamento do principal conteúdo da página, passou de 2.825 para 2.177 milissegundos. Já o TTFB (Time to First Byte), relacionado ao tempo de resposta do servidor, caiu de 1.406 para 1.009 milissegundos.
A estabilidade visual também avançou. O CLS (Cumulative Layout Shift) passou de 0,11 para 0,08, redução de 27%. Com a evolução dos três indicadores, a homepage da Diadora Brasil passou a se enquadrar simultaneamente na faixa considerada "Bom" pelo Google nas três Core Web Vitals avaliadas em dispositivos móveis.
Para Rodrigo Soares, CTO da TEC4U, a evolução mostra como a performance passou a fazer parte da própria experiência de marca no ambiente digital.
"O consumidor não separa tecnologia de experiência. Para ele, uma página que demora para carregar ou uma interação que não responde rapidamente faz parte da percepção que terá daquela marca. Por isso, uma migração de tecnologia precisa ir além da infraestrutura e considerar toda a jornada, da primeira navegação até a decisão de compra", afirma.
No projeto da Diadora Brasil, a TEC4U trabalhou na construção de uma interface alinhada ao site global da marca, com estética limpa e foco nos produtos. A homepage foi estruturada para destacar campanhas e coleções, organizar a navegação por categorias e apresentar produtos em destaque, além de criar um espaço dedicado aos clubes e federações patrocinados pela Diadora.
As páginas de listagem e produto foram desenvolvidas considerando as necessidades específicas do segmento esportivo, com filtros inteligentes, tabela de medidas, informações sobre tecnologias e uma buy box objetiva. Também foram criadas páginas institucionais para apresentar a história italiana da marca e sua relação com o esporte.
"A ideia foi construir uma experiência que tivesse a identidade da Diadora, mas que também respondesse ao comportamento de quem compra no digital hoje. Performance, usabilidade, informação e apresentação do produto precisam funcionar juntas. O resultado é uma operação mais preparada para acompanhar a evolução da marca no mercado brasileiro", completa Soares.
Primeiros resultados
Os dados mais recentes de performance também reforçam a evolução da nova operação. Em análise realizada pelo PageSpeed Insights, a página da Diadora Brasil alcança média de 95 pontos em desktop e 88 pontos em dispositivos móveis. A ferramenta do Google avalia diferentes aspectos de desempenho, acessibilidade, boas práticas e SEO da página, permitindo acompanhar a qualidade da experiência digital em diferentes dispositivos.
Como o CrUX utiliza uma janela móvel de 28 dias, os dados encerrados em 29 de agosto ainda combinam acessos realizados antes e depois do go-live. Por isso, os números representam uma primeira leitura da operação após a adoção da nova tecnologia, e não uma fotografia de uma janela integralmente posterior à mudança.
A expectativa é que as próximas medições permitam observar de forma ainda mais precisa o comportamento da operação após a mudança. A latência de rede dos usuários permaneceu praticamente estável no período, em aproximadamente 115 milissegundos.
Além dos indicadores destacados, o FCP (First Contentful Paint), relacionado ao tempo até a primeira renderização de conteúdo, apresentou melhora de 31%, passando de 2.754 para 1.903 milissegundos.




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