Exercícios Físicos podem evitar a artrose e aliviar os sintomas
No Brasil, 30 milhões de pessoas sofrem com o desgaste de cartilagens
A artrose é uma doença sem cura que desgasta a cartilagem, um tecido que funciona como uma espécie de “colchão” que reveste as extremidades dos ossos e facilita o movimento das articulações. Essas estruturas impedem que os ossos se choquem entre si. Com esses desgastes, os ossos passam a sofrer mais atrito, o que pode causar dor, rigidez, inchaço e dificuldade para realizar atividades do dia a dia.
Segundo a OMS, a artrose é a doença mais prevalente na população mundial, acometendo de 70% a 80% das pessoas acima dos 60 anos. Embora seja mais comum com o envelhecimento, a artrose não é consequência inevitável da idade e pode surgir também por excesso de peso, lesões, alteração no alinhamento das articulações e questões genética.
Segundo Luiz Fernando Lukas, profissional de Educação Física, a prevenção começa com hábitos saudáveis. Manter o peso adequado reduz a sobrecarga sobre os joelhos, quadril e coluna.
“A prática regular de atividade física fortalece os músculos que protegem as articulações, melhora a mobilidade e ajuda a preservar a função articular. Além disso, é importante evitar lesões, cuidar da postura e tratar problemas articulares precocemente”, explica Lukas.
No Brasil, quase 30 milhões de pessoas têm artrose e praticar exercícios físicos pode parecer uma tortura. Mas, para quem já tem artrose, a atividade física é uma das principais formas de tratamento. Exercícios bem orientados ajudam a reduzir a dor, melhoram a força muscular, aumentam a flexibilidade, favorecem o equilíbrio e tornam as atividades do dia a dia mais fáceis.
“Ao contrário do que muita gente pensa, ficar parado tende a piorar os sintomas e acelerar a perda de função”, destaca Luiz Fernando Lukas, que é pós-graduado em Musculação e Treinamento de Força.
“O treino para quem tem artrose deve ser individualizado e respeitar a fase da doença e os sintomas de cada pessoa. A combinação de exercícios de fortalecimento muscular, atividades aeróbicas de baixo impacto, como caminhada, natação, hidroginástica, pilates e bicicleta, além de exercícios de mobilidade e equilíbrio, costuma trazer os melhores resultados. A carga deve ser aumentada de forma gradual, sempre priorizando a execução correta dos movimentos e evitando sobrecargas desnecessárias. O objetivo não é deixar de se movimentar, mas encontrar a dose certa de exercício para manter as articulações funcionando com menos dor em mais qualidade de vida”, finaliza Luiz Fernando Lukas.
Vídeo: https://www.instagram.com/reel/DbQcnfPh-ad/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==
LUIZ FERNANDO LUKAS - Instagram: @luizfernandolukas - https://www.instagram.com/luizfernandolukas/
(Profissional de Educação Física – Personal Trainer – Pós-graduado em Musculação e Treinamento de Força).




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