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Belo Horizonte,04/04/2026

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Nomad atinge receita anual de R$ 760 milhões e chega ao ponto de equilíbrio

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Nomad atinge receita anual de R$ 760 milhões e chega ao ponto de equilíbrio
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A Nomad, fintech que oferece soluções como câmbio e investimentos no mercado norte-americano, anunciou que chegou ao ponto de equilíbrio de EBITDA (lucro antes de descontos) e iniciou a geração de caixa. A startup atingiu uma receita anualizada (ARR) de R$ 760 milhões em 2025.
Com cinco anos de operação, a fintech também registrou margem bruta acima de 70%. "O equilíbrio financeiro demonstra que nossa rentabilidade é saudável e escalável", afirmou Natália Lima, CFO da Nomad, em nota. Ao longo do ano passado, a base de clientes cresceu em 90% em comparação com 2024, chegando a 3,8 milhões de usuários.
A executiva destacou que o breakeven traz controle para a fintech investir na expansão das verticais de negócio e na tecnologia da plataforma, mantendo o crescimento sem depender de investimento externo. Ao longo da jornada, a startup levantou cerca de R$ 560 milhões com investidores.
A Nomad foi fundada em 2020 por Lucas Vargas, Patrick Sigrist, Eduardo Haber e Marcos Nader, com o objetivo de facilitar o acesso dos brasileiros a serviços financeiros no exterior. A fintech oferece soluções como câmbio, transferências, pagamentos, compras internacionais e investimentos no mercado norte-americano.
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“Operar com breakeven e uma eficiência de capital tão alta nos coloca em um patamar raro no ecossistema de tecnologia. Em 2026, nosso foco deixa de ser apenas a expansão da base e passa a ser a profundidade do relacionamento", declarou Lucas Vargas, CEO da Nomad, em nota.
A meta para 2026 é ultrapassar 5 milhões de usuários, combinando custódia financeira sob jurisdição norte-americana, com estrutura de consultoria. A fintech quer deixar de ser apenas conveniência de viagem para ser um pilar de proteção patrimonial e diversificação de investimentos – por meio da plataforma de investimentos, a fintech concede acesso às principais bolsas americanas para a realização de aplicações em ações, ETFs, REITs, Bonds e títulos de renda fixa para quem busca “dolarizar” o patrimônio. Os ativos sob custódia cresceram R$ 2,8 bilhões em 2025, chegando a quase R$ 8 bilhões.
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