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Belo Horizonte,02/07/2026

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Presidente da CropLife defende marco regulatório e segurança jurídica

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Presidente da CropLife defende marco regulatório e segurança jurídica
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O valor de mercado do setor de biológicos no Brasil chegou a US$ 6,2 bilhões em 2026, com crescimento superior a 10% ao ano nos últimos anos, tendência que deve se manter nos próximos períodos.


Em entrevista ao CNN Agro News desta quinta-feira (2), a presidente da CropLife Brasil,  Ana Repezza destacou o protagonismo do Brasil na adoção desses insumos na produção agrícola tropical e a necessidade de aprovação de leis para garantir a expansão da produção nacional.


À CNN, ela defendeu que, para esse modelo avançar no Brasil, é preciso de modernização do amparo legal para a produção e uso de bioinsumos e biotecnologia no campo.


“As empresas do setor investem muito em pesquisa e inovação e, para que elas possam continuar todo esse trabalho, é necessário que a gente tenha um ambiente de negócio e um marco regulatório favorável , que garanta segurança jurídica a esses processos dentro do Brasil”, afirmou.




Desafios regulatórios e agenda legislativa


Entre as prioridades elencadas por Repezza está a regulamentação da lei dos bioinsumos, aprovada em 2024, o novo marco regulatório dos defensivos químicos e a lei de proteção de cultivares, que trata de sementes e propriedade intelectual.


Segundo ela, o avanço dessas pautas é fundamental para garantir competitividade ao setor e atrair novos investimentos em pesquisa e desenvolvimento no país.


Repezza também destacou um projeto desenvolvido em parceria com a Apex Brasil voltado ao posicionamento internacional do país no segmento de biológicos.A iniciativa foca especialmente em mercados com clima e solo semelhantes aos do Brasil.


“O que a gente trabalha na CropLife é para que a gente posicione o Brasil internacionalmente como um país realmente líder na produção, no desenvolvimento, na pesquisa e na inovação de produtos biológicos”, explicou.


Crescimento do setor e adoção de tecnologias


Ela ressaltou que o objetivo não é substituir uma tecnologia por outra, mas oferecer ao produtor uma combinação de soluções.


“A gente não se preocupa tanto se vai ser o biológico ou o defensivo químico, mas a gente se preocupa em oferecer uma solução que muitas vezes é essa combinação das quatro tecnologias que nós dispomos”, afirmou.


Pesquisas recentes da entidade indicam que mais de 79% dos produtores brasileiros já adotam uma ou mais dessas tecnologias.


Para Ana Repezza, esse dado evidencia o alto nível de tecnificação da agricultura nacional. “É por isso que a gente tem esses níveis de competitividade internacional que a gente consegue alcançar”, concluiu.



















Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.




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