O que é permitido e o que é proibido o jogador utilizar na Copa do Mundo para não ter problemas no exame antidoping?
Nutrólogo responde
Dr. Felipe Gazoni - Médico graduado em Nutrologia O exame antidoping tem um papel essencial. Mais do que identificar irregularidades, ele protege a credibilidade do esporte, promove a igualdade de condições entre os competidores e reforça que o desempenho deve ser resultado de treinamento, dedicação e preparação adequada. Em uma competição do porte da Copa do Mundo, o antidoping é uma garantia de transparência, justiça e respeito ao espírito esportivo.
Os testes são feitos com base na coleta de urina, método mais comum, realizado após competições ou em períodos de treinamento, e também, coleta de sangue, que é usado para detectar substâncias que não são facilmente identificáveis na urina.
Segundo o médico nutrólogo, Dr. Felipe Gazoni, entre os suplementos permitidos e amplamente utilizados estão: Creatina; Whey Protein; Proteínas vegetais; isotônicos e reposição eletrolítica; Géis e suplementos de carboidratos; cafeína, quando utilizada dentro das recomendações; vitaminas e minerais como vitamina D, ferro e magnésio.
“Por outro lado, existem substâncias e métodos proibidos pelas regras antidoping por oferecerem vantagens artificiais ao desempenho esportivo. Entre os principais exemplos estão os esteroides anabolizantes, como testosterona e nandrolona; eritropoetina (EPO), utilizada para aumentar a oxigenação muscular; hormônio do crescimento (GH); estimulantes como anfetaminas e substâncias semelhantes; diuréticos utilizados para mascarar outras substâncias; além de métodos de manipulação sanguínea conhecidos como doping sanguíneo”, destaca o especialista.
Entretanto, o mais importante é destacar que nenhum suplemento substitui uma estratégia nutricional bem estruturada. Muitas vezes, os maiores ganhos de rendimento vêm de ajustes simples na alimentação diária, hidratação e recuperação.
Divulgação
Dr. Felipe Gazoni:
O médico graduado em Nutrologia tem experiência hospitalar de 2015 a 2020, em urgência e emergência adulto e pediátrico. É pós-graduado pela ABRAN, Associação Brasileira de Nutrologia; Em Ciência da Obesidade e Sarcopenia; além de extensões como Workshop em Obesidade e Síndrome Metabólica; Curso Teórico e Prático de Reposição Hormonal Masculina e Feminina E Implantes Bio Absorvíveis; e Mentoria em Protocolos Avançados em Emagrecimento.





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