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Belo Horizonte,04/05/2026

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Os museus mais bonitos do mundo de 2026, segundo o Prix Versailles

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Os museus mais bonitos do mundo de 2026, segundo o Prix Versailles


O Prix Versailles anunciou hoje (4 ) a nova edição da sua tradicional lista dos museus mais bonitos do mundo. Ao todo, sete projetos foram selecionados por sua capacidade de unir arquitetura, experiência e significado cultural, reafirmando o papel dos museus como espaços que vão além da exposição e se tornam verdadeiros dispositivos narrativos.
“A lista dos museus mais bonitos do mundo de 2026 se destaca pela qualidade de suas interpretações arquitetônicas e pela forma como os espaços são encenados, elevando esses locais a um extraordinário poder narrativo. Juntos, esses museus oferecem uma verdadeira demonstração de como força e talento podem se revelar através da harmonia, da sensibilidade e da partilha. Para além de acolher seus visitantes, esperamos que esses lugares se tornem fontes de inspiração para todos aqueles que atuam em prol do bem comum da humanidade”, disse Jérôme Gouadain, secretário-geral da premiação, em comunicado oficial.
A lista reúne edifícios recém-inaugurados ou recentemente concluídos, espalhados por diferentes continentes, e que exploram temas como memória, ciência, tradição e inovação. Abaixo, conheça os vencedores de 2026:
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1. Zayed National Museum (Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos)
Com 123 m de altura, o Zayed National Museum reúne seis galerias que percorrem 300 mil anos de história e se conecta à costa por meio do Al Masar Garden | Foto:
© Zayed National Museum
Um dos novos marcos do Saadiyat Cultural District, o museu recém-aberto ao público homenageia o fundador dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Zayed bin Sultan Al Nahyan. Projetado por Norman Foster, o edifício é reconhecido pelas cinco torres de aço inspiradas nas asas de um falcão, que, além do impacto visual, funcionam como sistema de ventilação natural. Com seis galerias permanentes, o espaço percorre mais de 300 mil anos de história, enquanto sua arquitetura cria uma conexão simbólica entre deserto, cidade e mar.
2. Science & Technology Museum (Shenzhen, China)
Concebido como um símbolo da Greater Bay Area – a maior região metropolitana do mundo, com quase 100 milhões de habitantes – o Science & Technology Museum se abre em terraços voltados ao parque, prolongando as galerias para o exterior
© Virgile Simon Bertrand
Assinado pelo escritório Zaha Hadid Architects, o museu se apresenta como uma espécie de “nave espacial” que parece abraçar a cidade. O projeto foi concebido com foco em desempenho ambiental, considerando fatores como radiação solar, umidade e ventos locais. Sua fachada é composta por cerca de 95 mil painéis de aço inoxidável, formando um degradê que varia conforme a luz, um reflexo direto da proposta de unir tecnologia e ecologia.
3. Xuelei Fragrance Museum (Guangzhou, China)
Com cerca de 300 estações interativas de aromas, o Xuelei Fragrance Museum propõe uma experiência sensorial que percorre da origem ritual dos perfumes às tecnologias contemporâneas, culminando em um jardim na cobertura
© Xuelei Fragrance Museum
Dedicado à perfumaria, o museu é considerado o maior do mundo no tema e traduz, em arquitetura, o universo dos aromas. O edifício projetado por Shenzhen Huahui Design é formado por oito volumes cilíndricos de tijolo vermelho, que remetem aos processos de destilação. No interior, cerca de 300 estações olfativas criam uma experiência sensorial imersiva, guiando o visitante por uma narrativa que vai dos rituais antigos às tecnologias contemporâneas.
4. MoN Takanawa: The Museum of Narratives (Tóquio, Japão)
Erguido no terreno da primeira linha ferroviária do Japão, o MoN Takanawa ocupa 29 mil m² e se organiza como um hub cultural que conecta arte, tecnologia e educação em um único percurso imersivo
© Yasuyuki Takaki
Localizado no complexo Takanawa Gateway City, o museu ocupa o terreno da primeira linha ferroviária do Japão. Projetado por Kengo Kuma, o edifício aposta em uma estrutura leve e fragmentada, com madeira, vidro e vegetação integrados. A fachada em espiral, habitada por mais de 200 espécies de plantas, dissolve os limites entre interior e exterior e propõe uma nova leitura da cidade contemporânea.
5. Lost Shtetl Museum (Šeduva, Lituânia)
Organizado como um conjunto de “casas” independentes, o Lost Shtetl Museum traduz em arquitetura a estrutura de uma antiga vila judaica, com volumes que apresentam diferentes capítulos da narrativa expositiva
© Enea Landscape Architecture
Mais do que um museu, o projeto é um memorial dedicado às comunidades judaicas da região, dizimadas durante o Holocausto. A arquitetura, assinada pelo arquiteto finlandês Rainer Mahlamäki, em colaboração com o Enea Landscape Architecture, recria a escala de uma pequena vila, com volumes que funcionam como “casas” expositivas. O conjunto, com telhados dinâmicos e aparência quase etérea, integra-se à paisagem rural e se estende a um parque memorial adjacente.
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6. National Medal of Honor Museum (Arlington, Estados Unidos)
Suspenso a 12 m do solo, o volume principal do National Medal of Honor Museum se apoia em cinco megacolunas, cada uma representando um ramo das Forças Armadas dos EUA, sobre uma praça aberta dedicada à memória
© Rafael Viñoly Architects
Dedicado aos condecorados com a mais alta honraria militar dos EUA, o museu impressiona pela monumentalidade: um volume suspenso a 12 metros do solo, apoiado por cinco megacolunas que representam as forças armadas. Projetado por Rafael Viñoly, o espaço organiza uma jornada imersiva por meio de escadas escultóricas e galerias que exploram temas como coragem e sacrifício.
7. Islamic Civilization Center (Tashkent, Uzbequistão)
Iniciado pelo presidente Shavkat Mirziyoyev, o Centro de Civilização Islâmica combina tradição timúrida e tecnologia em um complexo que reúne biblioteca, arquivos e espaços de pesquisa voltados ao diálogo intercultural
© Center of Islamic Civilization
Inspirado na arquitetura timúrida, o centro se destaca pela cúpula monumental de 65 m de altura e pelos portais imponentes. O projeto foi iniciado pelo presidente Shavkat Mirziyoyev e combina tradição e tecnologia, com espaços expositivos que usam luz, som e recursos multimídia. Além das galerias, o complexo abriga biblioteca, arquivos e áreas de pesquisa, consolidando-se como um polo de conhecimento e diálogo intercultural.




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