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Belo Horizonte,03/04/2026

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Ex-vegana surpreende nas redes ao relatar mudança para a dieta carnívora


Ex-vegana surpreende nas redes ao relatar mudança para a dieta carnívora Foto: reprodução instagram @robertaabreuus
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Conhecida nas redes sociais por defender, durante anos, uma alimentação baseada em frutas e vegetais, a influenciadora Roberta Abreu, conhecida pelo projeto Casal Frugal, surpreendeu seus seguidores ao anunciar uma mudança radical em seu padrão alimentar. Ex-frugívora, crudívora e vegana, Roberta afirma que hoje segue uma alimentação próxima do estilo low carb e carnívoro consciente, decisão que, segundo ela, está alinhada ao seu atual momento físico, emocional e mental.

A mudança rapidamente gerou repercussão, especialmente por partir de alguém que construiu autoridade digital defendendo uma alimentação majoritariamente vegetal. Em publicações recentes, Roberta foi direta ao explicar sua decisão:

“Isso foi uma escolha pessoal, baseada no que hoje faz sentido pra mim e no meu momento. Cada corpo é único.”

Uma trajetória marcada por fases e aprendizados

Roberta Abreu ficou conhecida através do Casal Frugal, projeto que abordava minimalismo, estilo de vida consciente e escolhas alimentares alinhadas à simplicidade e ao natural. Por mais de oito anos, ela adotou dietas restritivas de base vegetal, passando pelo crudivorismo, frugivorismo e veganismo.

Segundo a influenciadora, cada fase teve um papel importante em sua formação pessoal e consciência alimentar. No entanto, após o nascimento do filho, Ravi, sua relação com o corpo e com a saúde passou por transformações profundas.

“Depois que o Ravi nasceu, tudo mudou. Vieram dificuldades profundas, depressão, isolamento. Foram quase quatro anos dentro de casa, sem exercício, só trabalhando para sustentar tudo.”

Ela relata que o processo de mudança não começou pela comida, mas por uma revisão mais ampla de vida, saúde mental e autocuidado.

Resultados além da estética

Roberta afirma ter eliminado cerca de 10 quilos em um mês e meio, mas reforça que o peso não foi o principal motivador e nem o principal benefício. Entre os efeitos positivos relatados, estão:

  • fim da compulsão alimentar, especialmente por doces,
  • aumento de energia e disposição,
  • melhora na concentração para trabalho e estudos,
  • redução de inchaço

Atualmente, sua alimentação é baseada em carnes, ovos, manteiga, leite, óleo de coco, além de frutas, algumas verduras e mel, com exclusão de grãos, glúten e açúcar refinado.

“Não é sobre dieta da moda. É sobre parar de se abandonar e começar a escutar o próprio corpo.”

Debate nutricional e individualidade biológica

A declaração de Roberta reacendeu discussões importantes no campo da nutrição sobre individualidade metabólica, sustentabilidade de dietas restritivas e os riscos de extremos alimentares, tanto vegetais quanto animais.

Ela própria reconhece que sua visão amadureceu com o tempo:

“Com novos estudos, mais maturidade — e principalmente com as novas diretrizes da pirâmide alimentar, ficou claro pra mim que uma dieta baseada apenas em frutas não é sustentável para a saúde a longo prazo.”

Especialistas reforçam que não existe uma abordagem única válida para todos. Diretrizes nutricionais atuais destacam a importância de proteínas adequadas, gorduras de boa qualidade, equilíbrio hormonal e saúde mental, sempre considerando contexto, histórico clínico e acompanhamento profissional.

Não é sobre extremos, é sobre consciência

Ao encerrar seus relatos, Roberta deixa claro que não busca converter seguidores ou estabelecer verdades absolutas. Para ela, a mudança representa autonomia, escuta corporal e coragem de rever escolhas que já não sustentam a saúde.

“Cada corpo tem uma história. Essa é a minha.”

A trajetória da influenciadora evidencia uma realidade cada vez mais presente: a nutrição contemporânea caminha menos por rótulos ideológicos e mais pela escuta, pelo contexto e pela responsabilidade individual.

Reação dos seguidores e identificação coletiva

A mudança anunciada por Roberta Abreu provocou uma enxurrada de comentários nas redes sociais. Entre surpresa, apoio e identificação, muitos seguidores relataram trajetórias semelhantes, especialmente pessoas que também haviam sido vegetarianas ou veganas por longos períodos e, com o passar dos anos, optaram por reintroduzir alimentos de origem animal.

“Gente, como assim? Você comia só frutas, lembro dessa época, e agora uma dieta carnívora. Chocada, Roberta 😂 Não é crítica, não, só surpresa mesmo. Como mudamos, né? Parabéns”, comentou uma seguidora, resumindo o sentimento inicial de espanto de parte do público.

Outros relatos trouxeram experiências pessoais mais profundas. Uma seguidora contou que foi vegetariana por uma década, mas percebeu mudanças significativas ao se aproximar dos 40 anos:

 “Fui vegetariana por 10 anos. Os 40 chegaram e meu corpo começou a pedir mais. A dieta vegetariana estava me engordando e me deixando indisposta. Voltei a comer carne e hoje também sou adepta da dieta cetogênica. Emagreci, consigo manter massa magra e minha disposição é outra. Só ouvi o meu corpo, sem culpa e sem remorso.”

Há ainda quem tenha vivido a transição após décadas de restrição alimentar. “Depois de 23 anos vegetariana, 2026 começou com novas escolhas também. Viva os nossos eus em constante crescimento e descobertas!”, escreveu outra seguidora.

Surpresa compartilhada

A própria Roberta afirmou ter se surpreendido com a quantidade de pessoas que se reconheceram em sua história. O diálogo aberto nos comentários acabou transformando a publicação em um espaço de troca de vivências, mostrando que, para além das tendências alimentares, existe um processo comum de escuta do próprio corpo e amadurecimento pessoal.







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