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Belo Horizonte,24/04/2026

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Hegseth diz que luta por Ormuz é mais da Europa do que dos EUA

cnnbrasil.com.br
Hegseth diz que luta por Ormuz é mais da Europa do que dos EUA

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, criticou duramente os aliados europeus nesta sexta-feira (24) por não ajudarem o suficiente na guerra contra o Irã. Ele afirmou que Washington “mal” usa o Estreito de Ormuz e que a situação “é muito mais uma luta deles do que nossa”.


“Não estamos contando com a Europa, mas eles precisam do Estreito de Ormuz muito mais do que nós, e talvez devessem parar de falar e de fazer conferências pomposas na Europa e entrar em um navio”, disse Hegseth durante uma coletiva de imprensa no Pentágono. “Esta é muito mais uma luta deles do que nossa.”


O chefe do Pentágono e o presidente Donald Trump têm criticado repetidamente os aliados dos EUA, particularmente os da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), por não ajudarem os EUA após o início das operações de combate contra o Irã em 28 de fevereiro.


Trump atacou os aliados europeus no mês passado, dizendo que os EUA “não precisam de nenhuma ajuda, na verdade”, depois de insistir que outros países deveriam enviar recursos navais para ajudar a escoltar petroleiros que transitam pelo Estreito de Ormuz.




Trump estende cessar-fogo


O presidente americano Donald Trump anunciou, na terça-feira (21), que estenderia indefinidamente o cessar-fogo com o Irã para permitir novas negociações de paz. Ainda não está claro se o Irã ou Israel, aliado dos Estados Unidos na guerra, concordariam.


O líder dos EUA declarou em um comunicado nas redes sociais que Washington concordou com um pedido de mediadores paquistaneses “para suspender nosso ataque ao Irã até que seus líderes e representantes cheguem a uma proposta unificada… e as discussões sejam concluídas, de uma forma ou de outra”.


Não houve resposta imediata de autoridades iranianas de alto escalão ao anúncio de Trump, nesta quarta-feira, embora algumas reações iniciais de Teerã sugerissem que os comentários do americano estavam sendo recebidos com ceticismo.


A agência de notícias Tasnim, afiliada à Guarda Revolucionária Islâmica, afirmou que o Irã não havia solicitado uma extensão do cessar-fogo e reiterou as ameaças de romper o bloqueio americano pela força.


Um assessor do principal negociador do Irã, o presidente do parlamento Mohammad Baqer Qalibaf, disse que o anúncio de Trump pode ser uma “manobra para ganhar tempo”.


Irã já colocou minas no Estreito de Ormuz em outra guerra; entenda





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