“Faria tudo de novo”: relembre análise de Oscar Schmidt sobre trajetória
Em entrevista ao CNN Esportes S/A, em janeiro de 2024, Oscar Schmidt relembrou decisões marcantes da carreira e afirmou que não mudaria sua trajetória no basquete.
O ex-jogador, que morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, após sofrer um mal-estar em casa, destacou a escolha de não atuar na NBA para seguir defendendo a seleção brasileira, decisão tomada em um período em que regras da Fiba impediam atletas da liga de representar seus países.
“Faria tudo de novo, a mesma coisa. Me draftaram no 6º round, escolha 138. Eu sei jogar basquete”, afirmou.
Selecionado pelo New Jersey Nets em 1984, Oscar recusou propostas da liga norte-americana. Segundo ele, a prioridade sempre foi a seleção brasileira.
“Me ofereceram um ‘no cut contract’. Eu recusei e falei: a NBA não chega aos pés da minha Seleção Brasileira. Eu ia arrebentar na NBA. Eles não sabem o que perderam”, disse.
Com a camisa do Brasil, o “Mão Santa” disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos e três Campeonatos Mundiais. Ele também foi campeão dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando a seleção venceu os Estados Unidos fora de casa.
Oscar é o único jogador a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história dos Jogos Olímpicos. Ele também integra o Hall da Fama da Fiba, o Hall da Fama do COB e o Hall da Fama da NBA, mesmo sem ter atuado na liga.
Oscar Schmidt, Ricardo e Emanuel são eleitos para o Hall da Fama do COB





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