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Belo Horizonte,07/04/2026

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Neymar no Flamengo? Braz revela tratativa com pai do craque na época do PSG

cnnbrasil.com.br
Neymar no Flamengo? Braz revela tratativa com pai do craque na época do PSG
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O ex-vice de futebol do Flamengo, Marcos Braz, afirmou que o clube tentou avançar por Neymar durante o período em que o atacante atuava no Paris Saint-Germain.


A abordagem incluiu contato direto com o pai do jogador e seu estafe. A movimentação ocorreu em meio a um cenário de instabilidade do atleta no futebol francês, mas não evoluiu.




“Não é que eu tentei, eu cheguei a conversar com o pai dele, que é a pessoa que trata da carreira dele, quando ele estava no PSG. Mas ele tinha um contrato que, em determinado momento, ele poderia exercer ou não (uma opção)”, disse Braz em entrevista ao programa “Fut&Papo”, do veículo “Lance”.


Na sequência, o dirigente apontou outro entrave no vínculo.


“E um pouco mais à frente era o PSG que poderia exercer. E o PSG tinha deixado claro que iria exercer”, completou.


Segundo Braz, o principal desafio estava no modelo financeiro necessário para viabilizar a operação, já que os valores não caberiam no orçamento do clube.


“É o tipo da contratação na época que não dava para fazer conta. Você tinha que chegar, conversar com o pai e construir um projeto financeiro porque não podia sair do caixa do Flamengo, de maneira nenhuma, os pagamentos salariais dele”, afirmou.


Do encontro à falta de condições


O ex-dirigente detalhou que buscou entender o contexto do jogador naquele momento, inclusive em um encontro no Rio de Janeiro.


“Até porque eu sabia quanto era na época. Fui em direção do pai para entender essa insatisfação, essa instabilidade quando ele estava no PSG. Encontrei ele no Copacabana Palace, para ser mais exato”, disse.


Braz também destacou o tom das conversas e a relação com o entorno do atleta.


“Me tratou com o maior respeito do mundo, sempre trataram com o maior respeito do mundo, o pai em relação ao Flamengo, um carinho enorme, uma relação boa comigo”, declarou.


Mesmo sem avanço, o dirigente avaliou o desempenho do atacante ao longo da carreira: “Acho que ele dá certo sempre, em qualquer lugar”.


Por fim, ele afirmou que não houve condições para avançar na negociação.


“Eu não tive as condições para tentar trazer ele porque foram condições que aconteceram depois da minha saída. Nesta época, ele estava sob contrato do PSG, que tinha pago 222 milhões de euros por ele”, concluiu.


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