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Belo Horizonte,07/04/2026

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Assassinatos de altos comandantes não vão deter o Irã, diz líder supremo

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Assassinatos de altos comandantes não vão deter o Irã, diz líder supremo
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O Líder Supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou em comunicado que as forças do país não se deixarão intimidar pelos assassinatos de comandantes, após a morte do principal espião da Guarda Revolucionária, o major-general Majid Khademi, na madrugada desta segunda-feira (6).


Khademi “dedicou décadas de serviço silencioso e comprometido nas áreas de segurança, inteligência e defesa”, disse Khamenei nesta segunda-feira.


“No entanto, as fileiras inabaláveis ​​dos combatentes e lutadores no caminho da verdade no Irã islâmico, juntamente com as Forças Armadas abnegadas, formam uma frente tão imponente e profundamente enraizada que o terrorismo e o crime não conseguem sequer abalar sua determinação pelos ideais jihadistas”, afirmou.




Os comentários de Khamenei foram feitos em uma declaração escrita. Ele não é visto em público desde que sucedeu seu pai, Ali Khamenei, assassinado no início da guerra.


Israel tem alvejado dezenas de altos funcionários políticos e militares iranianos desde o início do conflito, no final de fevereiro.


O assassinato de Khademi foi confirmado tanto por Teerã quanto pelo Ministro da Defesa israelense, Israel Katz, que afirmou que ele era “diretamente responsável” pelas mortes de civis israelenses “e uma das três figuras mais importantes” da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).


Também na segunda-feira, as Forças Armadas de Israel afirmaram que sua Força Aérea “eliminou” Asghar Bagheri, comandante da Força Quds da IRGC desde 2019. Teerã não comentou a alegação.


















Morte de chefe da Inteligência


Mais um alto funcionário da segurança iraniana foi assassinado, segundo informações da IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) e do ministro da Defesa israelense, Israel Katz.


O major-general Majid Khademi, chefe da Inteligência da IRGC, foi assassinado na madrugada desta segunda-feira (6), conforme comunicado da Guarda.


Guarda Revolucionária Islâmica o descreveu como um “comandante altamente estimado” que dedicou “quase meio século de serviço leal e corajoso à Revolução”.


Israel tem alvejado dezenas de altos funcionários da IRGC, das forças armadas iranianas e do grupo paramilitar Basij desde o início do conflito, no final de fevereiro.


Katz afirmou que Khadami era um dos “diretamente responsáveis” pelas mortes de civis israelenses “e uma das três figuras mais importantes” da Guarda Revolucionária Islâmica.


“Os líderes do Irã vivem com a sensação de perseguição. Continuaremos a caçá-los um por um”, declarou ele.


O ministro israelense acrescentou que os ataques israelenses danificaram gravemente a infraestrutura siderúrgica e a indústria petroquímica do Irã – “e hoje, e todos os dias, haverá mais danos”.


Por que é possível classificar conflito no Oriente Médio como guerra?





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