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Belo Horizonte,30/03/2026

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“Ele quase me matou e foi solto”, diz mulher agredida por Major da PM

cnnbrasil.com.br
“Ele quase me matou e foi solto”, diz mulher agredida por Major da PM

O major aposentado da Polícia Militar Ricardo Azevedo da Silva, suspeito de violência doméstica, foi solto após passar por audiência de custódia na tarde deste domingo (29), em São Paulo.


Em entrevista à CNN Brasil, a jornalista Sônia Nogueira, esposa do major, disse que está com medo.


“Ele foi preso em flagrante no local. O que me preocupa no momento é que ele recebeu liberdade provisória na audiência de custódia hoje”, diz Sônia.




O major, de 54 anos, foi preso na noite de sábado (28), em Santo André, no ABC Paulista, sob suspeita de violência doméstica e de desacatar os policiais que atenderam à ocorrência.


A Polícia Militar informou que foi acionada, por volta das 20h30, para um caso de violência doméstica. Ao chegarem ao imóvel, os policiais encontraram a vítima trancada em um quarto com a filha, menor de idade. A mulher relatou aos policiais que foi mordida no rosto pelo companheiro e que ele tentou estrangulá-la.


Segundo a polícia, o major apresentou sinais de embriaguez.
















“Ontem, vivi um episódio de violência física grave. Durante uma discussão, o Ricardo — Major Ricardo Silva — me agrediu com esganadura e uma mordida no rosto. Só estou aqui agora porque minha filha de 13 anos teve a coragem de intervir e acionar a polícia”, contou a jornalista.


O caso foi registrado como violência doméstica, lesão corporal, injúria, ameaça e desacato no 2º Distrito Policial de Santo André.





Vi a morte de perto e minha única saída foi pedir ajuda assim que subi no quarto com minha filha.



Sônia Nogueira



Sobre detalhes de sua relação com o PM, Sonia prefere que os detalhes sejam apresentados no fórum adequado da Justiça e da Corregedoria, para não prejudicar o processo.


“O foco agora é garantir que essa tenha sido a última vez que ele teve a oportunidade de me ferir ou de traumatizar minha filha”, diz Sônia.


A jornalista espera garantias de que as medidas protetivas de urgência serão respeitadas pelas autoridades.


“Meu foco absoluto agora é o bem-estar e a segurança da minha filha, que está muito abalada com o que presenciou”, acrescenta.


A CNN Brasil tenta contato com a defesa do suspeito. O espaço segue aberto.




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