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Belo Horizonte,04/04/2026

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Como Leonid Radvinsky transformou o OnlyFans em um império bilionário de conteúdo adulto

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Como Leonid Radvinsky transformou o OnlyFans em um império bilionário de conteúdo adulto
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Morreu nesta segunda-feira (23), aos 43 anos, o empresário Leonid Radvinsky, proprietário da plataforma OnlyFans. A informação foi divulgada pela empresa, com sede em Londres.
Nascido em Odesa, na Ucrânia, Radvinsky mudou-se ainda criança para os Estados Unidos. Formado em economia pela Northwestern University, construiu carreira no setor de tecnologia e entretenimento digital, mantendo perfil discreto e com rara exposição pública.
Ele assumiu o controle do OnlyFans em 2018, dois anos após a fundação da plataforma pelos britânicos Guy e Tim Stokely. Sob sua gestão, o serviço ganhou escala global, consolidando o modelo de assinaturas que permite a criadores monetizar diretamente seus conteúdos.
Embora inicialmente voltado a diferentes formatos, como cursos e produções artísticas, o site se popularizou sobretudo pela comercialização de material adulto, especialmente a partir de 2020.
O crescimento foi impulsionado durante a pandemia de covid-19, período em que a plataforma atraiu milhões de usuários e criadores, tornando-se um dos principais destinos para conteúdos restritos em outras redes sociais. Antes de morrer, Radvinsky negociava a venda de uma participação no negócio, segundo a agência Bloomberg. De acordo com a empresa, ele recebeu US$ 701 milhões em dividendos relativos a 2024.
Já a revista Forbes estimava sua fortuna em cerca de US$ 4,7 bilhões (aproximadamente R$ 24,6 bilhões).
Trajetória na tecnologia
Antes do OnlyFans, Radvinsky já atuava no segmento de conteúdo adulto digital desde o fim dos anos 1990. Ainda estudante, fundou a empresa Cybertania, voltada à distribuição de conteúdo online, e posteriormente esteve envolvido em negócios de transmissões via webcam.
Apesar da atuação nesse setor, ele também se apresentava como investidor de capital de risco e filantropo, com interesse em tecnologias emergentes. Segundo perfis públicos, dedicava recursos a iniciativas sem fins lucrativos e ao desenvolvimento de software.
Durante a guerra na Ucrânia, em 2022, o empresário realizou doações superiores a US$ 1,3 milhão em criptomoedas para apoiar seu país de origem, conforme noticiado pelo portal CoinDesk.
Radvinsky vivia na Flórida, nos Estados Unidos, e figurava entre os bilionários globais, ocupando a 870ª posição no ranking mais recente da Forbes.




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