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Belo Horizonte,04/04/2026

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Franquias enxutas ganham espaço entre profissionais que querem empreender com operação mais leve

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Franquias enxutas ganham espaço entre profissionais que querem empreender com operação mais leve
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Abrir um negócio próprio continua no radar de uma parcela relevante dos brasileiros, mas o perfil de quem empreende vem mudando. Em vez de começar com estruturas pesadas, ponto comercial e equipes grandes, muitos profissionais passaram a buscar operações mais simples, com menor custo fixo e possibilidade de crescimento gradual. Em 2024, 49,8% dos brasileiros não empreendedores disseram ter intenção de abrir um negócio nos próximos três anos, segundo o relatório executivo do Global Entrepreneurship Monitor, produzido no Brasil com apoio do Sebrae.
Nesse contexto, as microfranquias passaram a chamar mais atenção. A ABF classifica esse formato como franquias com investimento inicial de até R$135 mil e o segmento vem ganhando relevância como porta de entrada para quem quer empreender com um modelo mais estruturado. No ranking das 20 maiores microfranquias do país, as operações somaram 18.041 unidades em 2024, alta de 17% sobre 2023. A maior parte desse universo está concentrada em serviços e outros negócios, com predominância também do formato home based.
Na prática, isso ajuda a explicar por que negócios enxutos passaram a ser vistos como alternativa mais viável para profissionais com experiência comercial, consultores, executivos em transição de carreira e empreendedores que buscam um começo mais controlado. O apelo está menos na ideia de facilidade e mais na combinação entre suporte, rotina operacional simplificada e menor necessidade de capital imobilizado.
É nessa lógica que a PHIQ estrutura sua expansão. A empresa atua com soluções em higienização profissional e atende segmentos como indústrias de alimentos e bebidas, clínicas e hospitais, construção civil, avicultura e suinocultura. Em seu posicionamento institucional, a marca destaca consultoria técnica, inovação e foco em produtividade, segurança e eficiência operacional.
“Hoje, o empreendedor está muito mais atento a modelos de negócio que oferecem baixo risco, retorno mais rápido e menos burocracia operacional. As franquias enxutas têm se destacado justamente por oferecer essa combinação”, afirma Alexander Leal, diretor da Franquia PHIQ.
No caso da higienização profissional, existe um componente adicional que reforça a atratividade do modelo: a recorrência. O Brasil é hoje o quarto maior mercado de produtos de limpeza do mundo e, segundo dados da ABIPLA com base em estudo da Euromonitor International, o consumo no país deve crescer 35% até 2027, chegando a US$ 9,3 bilhões. Em setores que dependem de padrão sanitário, produtividade e reposição frequente, isso ajuda a sustentar uma dinâmica comercial contínua.
Para quem busca empreender, esse tipo de franquia tende a fazer sentido quando combina operação leve com inserção em um mercado essencial. Mais do que vender uma oportunidade de entrada barata, o desafio das redes é mostrar consistência na retaguarda e capacidade de transformar demanda recorrente em relacionamento comercial duradouro. É justamente nessa interseção que modelos como o da PHIQ tentam ganhar relevância.




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