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Belo Horizonte,06/04/2026

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Porta-aviões dos EUA deve retornar para porto após incêndio em lavanderia

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Porta-aviões dos EUA deve retornar para porto após incêndio em lavanderia
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O porta-aviões dos EUA Gerald R. Ford, mobilizado em operações contra o Irã, deve atracar temporariamente em um porto após um incêndio a bordo, disseram autoridades norte-americanas nesta terça-feira (18), o 18º dia da guerra com Teerã.


A embarcação, a mais nova dos Estados Unidos e a maior do mundo, está atualmente localizada no Mar Vermelho. Espera-se que ela vá temporariamente para Souda Bay, na ilha grega de Creta, disseram as duas autoridades.


O navio de guerra vem sendo usado em operação por cerca de nove meses, inclusive participando de operações contra a Venezuela no Caribe antes de chegar ao Oriente Médio. A duração de sua mobilização levantou questões sobre o moral dos marinheiros a bordo e a prontidão do navio de guerra.




As autoridades, que falaram sob condição de anonimato, não informaram quanto tempo o Ford deverá permanecer em Creta.


Um dos oficiais afirmou que quase 200 marinheiros foram tratados por ferimentos relacionados à fumaça quando o incêndio começou na lavanderia principal do navio. O fogo levou horas para ser controlado e afetou cerca de 100 beliches.


Um militar foi retirado do navio de helicóptero devido aos ferimentos, disse o oficial.


O Pentágono não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.


















Após o início do incêndio, os militares dos EUA afirmaram que não houve danos ao sistema de propulsão do navio e que o porta-aviões estava totalmente operacional.


Os Estados Unidos realizaram ataques contra mais de 7 mil alvos desde que iniciaram as operações contra o Irã em 28 de fevereiro.


O Ford, com mais de 5 mil marinheiros a bordo, possui mais de 75 aeronaves militares, incluindo caças como o F-18 Super Hornet. O Ford possui um radar sofisticado que auxilia no controle do tráfego aéreo e da navegação.


Os navios de apoio, como o cruzador de mísseis guiados da classe Ticonderoga, Normandy, e os destróieres de mísseis guiados da classe Arleigh Burke, Thomas Hudner, Ramage, Carney e Roosevelt, incluem capacidades de guerra superfície-ar, superfície-superfície e antissubmarino.


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