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Belo Horizonte,24/04/2026

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A prospecção como inteligência de expansão: como a Busca Ponto virou referência na busca de pontos comerciais

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A prospecção como inteligência de expansão: como a Busca Ponto virou referência na busca de pontos comerciais


No cenário competitivo do varejo brasileiro, onde cada decisão de expansão influencia diretamente a viabilidade e a sustentabilidade de um negócio, a escolha do ponto comercial se tornou um dos fatores mais determinantes para o sucesso de operações de pequeno e médio porte. Mais do que uma questão imobiliária, a localização é hoje um ativo estratégico: define o volume de vendas, o perfil do cliente, a previsibilidade de receita e, muitas vezes, a própria sobrevivência da empresa em seus primeiros anos de atividade.
Essa realidade fica ainda mais evidente em segmentos que dependem da proximidade com o consumidor final para existir. Redes em expansão, franqueadoras em busca de escala e empreendedores individuais enfrentam, cada um à sua maneira, o mesmo dilema: como identificar, com velocidade e precisão, os locais com real potencial de operação em meio a um mercado vasto, fragmentado e em constante transformação. É nesse ponto de encontro entre estratégia, tecnologia e execução que se formou o espaço para um novo tipo de empresa — uma que trata a prospecção não como atividade operacional, mas como inteligência de expansão.
É a partir dessa leitura que nasce a atuação da Busca Ponto, empresa fundada em 2025 por Diego Manoel, Lucas Godgig e Davi Cristiano, que em pouco mais de um ano se consolidou como referência nacional na busca de pontos comerciais para o segmento de minimercados autônomos e demais operações instaladas em condomínios — um dos nichos que mais cresce no varejo de proximidade do país. Os números sustentam o posicionamento: mais de 2 mil pontos comerciais mapeados, atuação em todos os estados brasileiros e média de 120 contratos entregues por mês, em um mercado em que a maioria das redes ainda depende de prospecção artesanal, indicações pontuais ou estruturas internas sobrecarregadas.
O contexto ajuda a entender por que essa frente se tornou tão estratégica. Dados da Associação Paulista de Supermercados (Apas) mostram que o segmento de minimercados em condomínios avançou 53,5% em 2024, enquanto os supermercados tradicionais recuaram 10,1% no mesmo período. O Brasil já soma cerca de 10 mil unidades desse formato, que movimentam aproximadamente R$ 2 bilhões por ano, e o espaço para crescer continua enorme: milhares de prédios ainda não contam com uma operação instalada, e outros tantos entram em construção todos os meses. Em um ambiente assim, quem chega primeiro ao ponto certo ocupa um território que não volta ao mercado tão cedo.
Divulgação
Rodrigo Viana Teodoro
Uma empresa nascida do encontro de três competências
A proposta da Busca Ponto se sustenta em uma combinação pouco comum no setor. Lucas Godgig, formado em Tecnologia da Informação, responde pela espinha dorsal tecnológica da operação — a mesma que permite processar volumes crescentes de dados sobre condomínios, síndicos, administradoras e perfis de consumo. Davi Cristiano traz anos de atuação no segmento de franquias, experiência decisiva para compreender as exigências específicas de redes em expansão, os critérios de viabilidade e a lógica de negociação com operadores de diferentes portes. Diego Manoel, empreendedor serial com mais de dez anos dedicados à criação e escala de negócios, imprimiu à empresa uma cultura voltada à execução rápida, ao controle de performance e à padronização de processos.
A união dessas três frentes — tecnologia, conhecimento de franquias e gestão empresarial — permitiu que a empresa estruturasse, desde o primeiro ano, uma operação capaz de atender simultaneamente empreendedores individuais, operadores regionais e grandes redes com presença nacional. É o que transforma prospecção em inteligência: não basta encontrar condomínios, é preciso lê-los com critérios de negócio.
Uma metodologia multicanal, apoiada em dados
O diferencial da Busca Ponto está menos no ato de encontrar condomínios e mais na inteligência que antecede cada indicação. A empresa opera com uma estratégia multicanal que combina várias frentes de captação: base própria de síndicos e administradoras, prospecção ativa conduzida por time interno dedicado, mídia digital e tráfego pago com campanhas segmentadas, além de estratégias complementares voltadas à qualificação de leads.
A camada tecnológica dá sustentação a esse processo. Ferramentas de mapa de calor, mapeamento geográfico e cruzamento de dados permitem identificar regiões com alta densidade de condomínios qualificados, avaliar a aderência entre perfil do empreendimento e modelo de operação do cliente e priorizar oportunidades com maior probabilidade de conversão. Na prática, isso significa reduzir meses de prospecção tradicional a poucas semanas de trabalho estruturado — com taxa de entrega significativamente superior à da busca feita de forma avulsa.
Essa combinação atende a uma necessidade concreta do setor. Pesquisas recentes apontam que um dos principais obstáculos para operadores de minimercados autônomos é justamente a captação de novos pontos de venda, citada como preocupação por 39% das empresas do segmento. A Busca Ponto se posiciona como solução direta para essa dor, industrializando um processo que, até recentemente, dependia quase exclusivamente de esforço manual e rede de contatos pessoal.
O próximo passo: uma plataforma para escalar o modelo
Apoiada no volume de dados e relacionamentos acumulados em seu primeiro ciclo de operação, a empresa se prepara agora para o lançamento de uma nova plataforma digital, desenhada para reunir, em um único ambiente, operadores de minimercados, franqueadoras do segmento e empresas que atuam dentro de condomínios com oportunidades previamente qualificadas.
A proposta é transformar em produto escalável o que hoje é um serviço de prospecção personalizado. Por meio da plataforma, clientes poderão acessar condomínios já mapeados e avaliados segundo critérios de viabilidade, encurtando ainda mais o ciclo entre a decisão de expansão e a assinatura de contrato. Para o mercado, representa uma mudança de paradigma: a migração de uma lógica de busca reativa para um modelo de conexão contínua entre oferta de pontos e demanda de operação.
Prospecção como vantagem competitiva
O posicionamento da Busca Ponto acompanha uma transformação mais ampla no varejo de proximidade. À medida que o segmento amadurece, deixa de ser suficiente apenas ter um bom produto, uma tecnologia eficiente de automação ou uma operação enxuta. A disputa passa a se concentrar na capacidade de ocupar, com velocidade e precisão, os melhores pontos disponíveis — antes que concorrentes os alcancem.
É essa leitura que orienta o trabalho de Diego, Lucas e Davi. Mais do que uma consultoria imobiliária ou uma prestadora de serviços de prospecção, a Busca Ponto se apresenta como uma empresa de inteligência aplicada à expansão — posição que, em pouco mais de um ano de atividade, já lhe rendeu parcerias com algumas das maiores operações do Brasil no segmento e a consolidação como referência nacional em seu nicho.
Em um mercado projetado para seguir crescendo acima da média do varejo nos próximos anos, a tese dos fundadores é direta: quem conseguir transformar prospecção em processo, e processo em escala, sairá na frente.




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