CBF lamenta morte de Oscar Schmidt e exalta trajetória: “Partida precoce”
A Confederação Brasileira de Futebol lamentou a morte de Oscar Schmidt nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Em nota, a entidade destacou a trajetória do ex-jogador no esporte brasileiro.
Nascido em Natal (RN), o ex-atleta iniciou a carreira no Cristal, de Brasília, e atuou por clubes como Sírio, Palmeiras, Mackenzie, Corinthians e Flamengo, além de equipes da Itália e da Espanha.
Apelidado de “Mão Santa”, Oscar foi draftado pelo New Jersey Nets em 1984, mas recusou jogar na liga para seguir defendendo a seleção brasileira, devido às regras da Fiba à época.
Pelo Brasil, liderou a conquista do Pan-Americano de 1987, quando a seleção venceu os Estados Unidos por 120 a 115, em Indianápolis. Também conquistou o bronze no Mundial e três títulos sul-americanos.
Oscar encerrou a carreira como um dos maiores pontuadores da história do basquete, com 49.973 pontos registrados até 2024. Ele integra o Hall da Fama da Fiba e outras galerias internacionais do esporte.
O presidente da CBF, Samir Xaud, destacou o impacto do ex-jogador.
“Recebo com profundo pesar a notícia da morte de Oscar Schmidt, um dos maiores atletas que o Brasil já teve. Oscar, nosso Mão Santa, foi sinônimo de patriotismo, garra e talento. Foi um competidor incansável que honrou a camisa do Brasil como poucos”, afirmou.
A entidade também manifestou solidariedade à família. Oscar deixa a esposa, Maria Cristina Schmidt, e os filhos Felipe e Stephanie.
Oscar Schmidt, Ricardo e Emanuel são eleitos para o Hall da Fama do COB





COMENTÁRIOS