Guerra no Oriente Médio entra na sexta semana: O que precisa saber
À medida que o conflito chega à sexta semana, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renovou suas ameaças sobre o tráfego marítimo global, afirmando que “o tempo está se esgotando” para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz.
Trump deu um prazo de 48 horas para que Teerã chegue a um acordo sobre a rota estratégica, sob risco de “desencadear o inferno”.
O Irã afirmou que permitirá a passagem de navios com “bens essenciais”, mas ainda não divulgou detalhes sobre as condições.
Diplomatas de várias partes do mundo intensificam esforços para garantir a segurança da rota, enquanto a crise do petróleo e outras interrupções geram impactos em diversos setores da economia global.
Outras notícias importantes:
- Resgate de militar: A operação para resgatar um piloto cujo caça foi abatido sobre o Irã continua. Um veterano das forças especiais dos EUA explicou à CNN que a missão é “extremamente perigosa e complexa”. O Exército iraniano, por sua vez, prometeu retomar o “controle total” do espaço aéreo, classificando o abate como um episódio “humilhante” para os EUA.
- Alvos industriais: Ataques dos EUA e Israel atingem cada vez mais setores estratégicos iranianos, incluindo siderúrgicas, fábricas de cimento e complexos petroquímicos. No sábado, um ataque matou uma pessoa nos arredores de uma usina nuclear, segundo a mídia estatal. A estatal russa de energia nuclear Rosatom informou que quase 200 funcionários foram evacuados da instalação.
- Universidades iranianas: Mais de 30 universidades foram alvo de “ataques diretos” durante o conflito, segundo o ministro da Ciência do país, em relato da agência estudantil estatal Iran Students’ News Agency.
- Posto de fronteira atingido: Um ponto de passagem entre Iraque e Irã sofreu um ataque aéreo, que matou um civil iraquiano, informou a agência semioficial Tasnim.
- Munições interceptadas: Projéteis de fragmentação disparados pelo Irã contra Israel caíram próximos à sede militar em Tel Aviv no sábado, segundo fontes de segurança israelenses ouvidas pela CNN.





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